terça-feira, dezembro 12, 2006

A TECNOLOGIA DO HIDROGÉNIO



Ontem divulgámos aqui por sugestão de O.José, tecnologias que a revelarem-se realizáveis seriam revolucionárias, realmente um "motor de combustão a àgua" seria algo tão importante para a humanidade e para o planeta que mudaria por completo a economia e a geo-estratégia.


Nessa perspectiva , não é preciso ser adepto de nenhuma teoria da conspiração para ver que os lobies do petróleo e nuclear teriam uma palavra a dizer na concretização de uma tal "utopia", ou melhor dizendo, na objecção a que tal se tornasse realidade. Do mesmo lado estariam certamente os produtores de armas, pois muitas guerras se evitariam por falta de um dos principais leit-motivs ...

Seria no entanto um crime para a Humanidade se este impedimento fosse uma realidade e se essas tecnologias estivessem já hoje ao nosso alcance, concretizáveis, mas impedidas por superiores interesses de sectores e de Estados, não se esqueça a parcela de impostos que todos os estados arrecadam com a transacção dos derivados do Petróleo.

Há no entanto uma Indústria do Hidrogéneo nos transportes, não faz parte da ficção, nem de milagrosas soluções de outsiders , ela está aí, em automóveis, em autocarros, e pode até estar nas nossas casas. Institucional, controlada e Industrializável ela aí está como mostram os vídeos abaixo.









A tecnologia já aí está como mostram as imagens, parece faltar pouco mais que a vontadae politica para a fomentar, ou conseguir escapar aos lobbies do costume!

2 comentários:

o josé disse...

De vez em quando há momentos em que achamos que já recolhemos informação suficiente, de fontes suficientemente diferentes, que nos fazem convergir para uma conclusão que não conseguimos negar. Os ultimos meses demonstraram(-me) que a vida de todas as pessoas se encontra refém da oligarquia petrolífera, não por uma questão de falta de alternativas, mas por mera força para manter a correr no mesmo sentido de há 150 anos, o fluxo da riqueza mundial: para os produtores de combustíveis fósseis, primeiro os industriais do carvão, e depois os do petróleo e gás "natural". Quando até há pouco a visão de queimar derivados do petróleo era encarada com tão poucas alternativas como o facto de ter de respirar ar, a coisa ainda era encarada como uma fatalidade a que haváamos de nos ter de conformar até à descoberta de um santo graal, quando uns extraterrestres de visita decidissem partilhar conosco um segredo maravilhoso, ou quando a ciência evoluísse mais, lá para o ano 2000 (quando ainda estávamos nos anos 80-90), ou para o ano 2100 ou 2150 (agora que já passámos essa barreira temporal). Mas agora percebe-se que desde os anos 70 que há alternativas, em funcionamento, viáveis, baratas, completamente limpas, que podem mudar a forma como vivemos e a forma como temos tratado o planeta em que vivemos. E apenas se pode ficar com esta coisa entalada na garganta, com este aperto no peito, que nos convence, absoluta e irresoluvelmente, que temos todos estado a ser enganados, roubados e envenenados por dinheiro, pelo dinheiro do petróleo. Já não é altura de dizer "temos de conseguir mudar, porque é preciso mudar", agora é preciso dizer "tem de se mudar, porque mudar é possível". Mudemos.

Anónimo disse...

Há aqui dois conceitos distintos:
-Fonte de energia não poluente (ou menos poluente que os derivados do petróleo);
-Fonte de energia renovável (e como tal mais barata por ser mais abundante ou mais disseminada/acessível a qq um)

As actuais petroliferas não vão querer perder o seu mercado, e provavelmente continuarão em demarches para manter algum poder.
No entanto, devemos entender estas empresas não como empresas do petróleo, mas sim empresas da área energética.
O petróleo há-se acabar, e com ele a galinha dos ovos de ouro de todas estas empresas.

Todas estas empresas já estão há vários anos a investigar outras
fontes de energia, nem se seja pelo facto de se precaverem contra a mais
que óbvia extinção ou inviabilização do petroleo.

Ou seja, teremos garantidamente, e a médio prazo, alternativas energéticas ao petróleo mais limpas que este,
quanto mais que não seja por constrangimentos económicos.

O que estas empresas continuarão a desencorajar (e provavelmente a qq preço) é a descoberta de fontes de
energia baratas e facilmente acessíveis ou colectáveis.

Qualquer incremento notório na eficiência da recolha de energia solar ou eólica daria um bom exemplo disto.
Como seria um mundo onde cada pessoa, com um painel solar reduzido ou com uma turbina eólica pequena conseguisse
energia para a sua casa ou o seu veiculo?
Pois bem, seria um mundo sem lugar para empresas fornecedoras de energia, pelo menos nos moldes em que existem hoje em dia.

Seria isto acima de tudo que iria revolucionar o mundo, mas muita gente irá tantar tudo para que não aconteça.