terça-feira, fevereiro 17, 2009

A SANTÍSSIMA TRINDADE EM SETÚBAL


A Santíssima Trindade a que me refiro é aquela formada pelas autarquias, neste caso a autarquia CDU de Setúbal...o futebol e o betão , finalmente um caso aqui há muito denunciado está com queixa formada e faz primeiras páginas de jornais. A notícia é do Correio da Manhã :

« Queixa no Ministério Público

Negócios investigados

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) está a investigar os negócios entre a SLN, ex-proprietária do BPN, e o Vitória de Setúbal. Em causa está uma queixa de um dos sócios do clube que questiona as sucessivas transferências de propriedade dos terrenos do Estádio do Bonfim entre várias empresas ligadas ao BPN e o próprio Vitória com o objectivo de ter um novo complexo no Vale da Rosa. Com o envolvimento do BPN, o Vitória poderá ter de procurar outro financiador para o projecto e atrasar o processo de salvação.

Ao que o CM apurou, está a ser investigado como é que a Gestoprata – que era uma das empresas que estava fora do Balanço da SLN – tem nos seus activos o Bonfim – 70 000 m2, adquiridos por 28,5 milhões de euros. O facto é que os direitos de superfície do lote do estádio pertenciam à Pluripar.

O processo remonta a 2000 quando o Vitória criou as empresas Sadisetúbal e a Vitóriapar SGPS. Mais tarde, vendeu o lote 9 dos terrenos do Bonfim, que estavam nos activos da Vitóriapar, à Sadisetúbal, que alienou em 2000. A SLN adquiriu 60%. O clube cede os direitos de superfície do estádio à Pluripar, empresa de Emídio Catum e detida pela SLN.

Verifica-se, ainda, a presença das mesmas pessoas nas várias empresas, Pluripar, Sadisetúbal e Gestoprata. Por exemplo, Mariano Gonçalves era vice de Jorge Goes, presidente do Clube, na Sadisetúbal, e ao mesmo tempo era administrador da Pluripar e da Gestoprata, a outra empresa participada pela SLN.

TERRENOS PENHORADOS

O empréstimo de 500 mil euros que está na origem da penhora do terreno do Estádio do Bonfim foi contraído pelo Vitória de Setúbal em 1992, para pagar uma dívida ao ex-presidente António Xavier de Lima. O clube contraiu um empréstimo junto do então Banco Exterior de España, actual BBVA. Em 11 de Dezembro de 2007, o BBVA cedeu o crédito – que se encontrava 'em incumprimento definitivo' desde 30 de Novembro – ao ex-gerente do Banco, António Casaca.

A dívida foi executada em 15 de Janeiro deste ano através de uma penhora sobre o direito de propriedade dos terrenos. O Vitória defende que o Lote 8 é um 'bem relativamente impenhorável', ao abrigo do artigo 823º do Código do Processo Civil, por o clube ser uma pessoa colectiva de utilidade pública. O assunto está em tribunal.

CLUBE NÃO ASSINOU PROTOCOLO

Em Setembro de 2008, foi apresentado aos sócios do clube um protocolo que permitirá ao Vitória encaixar um valor de cerca 15 milhões de euros. Os terrenos do Bonfim vão ter um hotel, centro comercial e mais habitação e o clube muda-se para o Vale da Rosa. A Câmara de Setúbal, a Pluripar e a Sadisetúbal assinaram o protocolo, mas os sócios do clube não.

O acordo tem de ser votado em assembleia geral e tem de ser produzida uma acta. O vazio directivo do clube, uma vez que está sem presidente da comissão de gestão, e as dificuldades do BPN, que iria apoiar o negócio, podem estar a atrasar a salvação do Vitória. Os sócios marcaram reunião para 27 de Fevereiro.

______________________________________________________

MAIS DADOS

20 DEZEMBRO 2000

A Câmara de Setúbal aprovou a elaboração de um Plano de Pormenor para a renovação urbana da área ocupada pelo Estádio do Bonfim, que será demolido após a conclusão do novo Complexo Desportivo do Vale da Rosa.

3 DEZEMBRO 2001

Despacho governamental 1.051/ 2001, de 3 de Dezembro de 2001, que reconhece a utilidade pública do empreendimento.

17 JANEIRO 2003

O promotor imobiliário do empreendimento urbanístico do Vale da Rosa – Pluripar, SGPS – promete construir antecipadamente todas as infra-estruturas gerais do empreendimento urbanístico e um estádio de futebol no Vale da Rosa. »

19 comentários:

ex-militante disse...

O esquema base é parecido com o que levou o Benfica para a Quinta da Trindade no Seixal. As autarquias comunisrtas parecem rendidas ao "ópio do povo" ,mudam-se os tempos, modam-se as vontades.

Anónimo disse...

E os governos?? Principalmente os governos PS???

Anónimo disse...

No meio de tanta negociata ,ainda está por esclarecer porque é que o anterior presidente da Camara de Setúbal, Carlos Sousa ,e o vereador do betão Aranha Figueiredo foram saneados pelo PCP e porque foi lá colocado este fantoche feminino.

Anónimo disse...

Ah, o Mata Cáceres e o Sócrates são comunistas?

Não merecerá o Vitória de Setúbal um estádio?

Serão os sócios do Setúbal maioritariamente comunistas?

Porque é que o PSD anda tão calado?

...

Brevemente num balcão do BPN no Freeport

Anónimo disse...

12 de Janeiro de 2006 ; Carlos Sousa (PCP) e o Vale da Rosa:

A Câmara Municipal de Setúbal (CMS) garante que, dentro de 15 dias, estarão feitas as alterações que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, solicitou, no início desta semana, para que o Plano de Pormenor do Vale da Rosa possa ser submetido à aprovação do Conselho de Ministros.

Considerando não se justificar terem "passado dois governos sem que esta questão tenha surgido", ao DN, o presidente da CMS, Carlos Sousa, assegura "Vamos indicar a área onde vão ser replantados os sobreiros, apesar disto não ter lógica", já que "só depois do loteamento ser aprovado é que vai ser solicitado o corte de sobreiros"

Prevendo a luta da CMS, a Quercus garante que também não vai desistir de fazer tudo para anular a declaração de utilidade pública atribuída àquele terreno. "Se necessário iremos para tribunal", disse ao DN, Hélder Spinola, presidente da associação. Isaltina Padrão

Anónimo disse...

13/01/2006 Carlos Sousa PCP e o Vale da Rosa

Carlos de Sousa defende que “não há outra alternativa viável para o crescimento urbano da cidade de Setúbal, que não o Vale da Rosa”, visto a cidade de encontrar “limitada, em termos de crescimento, pela orla costeira, a sul, e pela Serra da Arrábida a oeste”. Francisco Ferreira entende que esta “seja a zona de expansão natural de Setúbal”, mas considera que o plano “prevê uma ocupação populacional excessiva, uma área comercial desnecessária e a construção, também ela desnecessária, de um novo estádio, sendo que o actual não apresenta problemas de localização”.


Carlos de Sousa esclarece que o despacho do MAOTDR “não inviabiliza o projecto do Vale da Rosa” e informa que “os técnicos estão a trabalhar nas correcções exigidas pelo despacho”, de modo a que “as falhas apontadas pelo Ministério do Ambiente sejam, em breve, resolvidas”. A CMS diz ainda “considerar estranho terem sido necessários 20 meses, e após vários pareceres positivos, para que o Ministério do Ambiente chegasse à conclusão de que o Plano de Pormenor do Vale da Rosa não pode ser submetido a apreciação do Conselho de Ministros”.

Anónimo disse...

Carlos de Sousa-PCP e o Vale da Rosa (12/07/2006):

Quercus leva Vale da Rosa a tribunal

Para o autarca, esta acção popular da Quercus "não vai inviabilizar o projecto, que já está aprovado, mas pode adiá-lo" . Uma acção "fora de tempo, que devia ter sido feita em 2001, quando foi assinada a declaração de utilidade pública". Mas Hélder Spínola refere que esta acção surgiu "volvidos vários anos de alertas da Quercus em que o processo não foi corrigido", correndo-se "o risco de perder 700 sobreiros, um valor e um recurso económico muito importantes" , até porque Portugal "é líder mundial de exportação de cortiça", lembra o ambientalista.



Sobre esta questão Carlos se Sousa afirma que os sobreiros "são importantes para a economia, mas também para uma certa empresa corticeira que detém o monopólio e que, por isso, não lhe interessa o abate dos sobreiros, que produziria alterações no preço da arroba de cortiça" . No que toca aos 875 sobreiros que se prevêem replantar em substituição dos 700 que serão cortados, Hélder Spínola defende que "não repõem os valores que se perdem", pois estar-se-ia a substituir "sobreiros já adultos por pequenos sobreiros".

Joaquim Ribeiro disse...

Pois é, a CDU prometeu tudo fazer para conseguir viabilizar o Projecto "Nova Setúbal". Diga-se desde já que ele é de interesse vital para o empreiteiro Emídio Catum, que financiou, e em grande, as duas campanhas da CDU, em Setúbal.
A isto não é extranho o facto da Empresa deste empreiteiro ser parceira de uma outra (CDR) que tem como um dos seus Administradores o vereador, do pelouro do urbanismo e da habitação, Aranha Figueiredo, e onde o mesmo empreiteiro Emídio Catum é vogal.
Pode parecer estranho, mas é verdade. Pois em troca dos financiamentos, o empreiteiro quer ter a garantia que o Prpojecto vai ser aprovado - e com algumas alterações mais vantajosas para a sua empresa.
Agora estão numa situação em que, quanto mais mexem no projecto, se torna mais difícil concluir o tão desejado negócio para Carlos Sousa e a CDU.
Sempre detestei os xicos-espertos; por isso, seria justo que os senhores Emídio Catum, Carlos Sousa, Aranha Figueiredo e Mariano Gonçalves, entre outros, fossem verdadeiramente investigados no sentido de se apurar toda a verdade sobre o mistério desta negociata.

Em suma: cá por mim espero que o Projecto do "Vale da Rosa" nunca seja aprovado, e ao invés disso que se investigue profundamente este processo negocial.

Anónimo disse...

Maria Dores Meira-PCP , e o Vale da Rosa (8-11-2007):

Urbanização Vale da Rosa tem luz verde para avançar

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, diz que a câmara “recebeu da Direcção Geral do Ordenamento do Território e das Obras Públicas o aval para poder proceder à publicação do plano pormenor” da urbanização do Vale da Rosa. Para a presidente trata-se de um passo “de extrema importância”, faltando apenas a publicação em Diário da República para o arranque das obras de construção da nova urbanização.

Anónimo disse...

Maria das Dores Meira-PCP e o Vale da Rosa:

Plano de pormenor do Bonfim concluído dentro de poucos meses

A presidente da câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, afirma que o plano de pormenor do Estádio do Bonfim "está a andar a bom ritmo" e que "deverá estar concluído dentro de poucos meses". "O espaço vai ser muito agradável, a volumetria da zona habitacional terá à volta de oito andares, será extremamente bem distribuída, muito arejada e tem uma concepção muito equilibrada e harmoniosa, com muitos espaços verdes entre os prédios, jogos de água e uma área comercial", disse à Lusa Maria das Dores Meira.

"Será um espaço que vai dignificar aquela área", acrescentou a autarca setubalense, lembrando que a execução do plano de pormenor do Estádio do Bonfim, bem como do plano de pormenor do novo estádio do Vale da Rosa, “é da responsabilidade da Pluripar, mediante supervisão de uma equipa técnica da autarquia". A Pluripar é uma promotora imobiliária que pretende construir uma urbanização de cerca de sete mil fogos no Vale da Rosa, oferecendo como contrapartida a construção de um estádio municipal, que a autarquia já se comprometeu a ceder ao Vitória de Setúbal.



Maria das Dores Meira admite que, em situação normal, a elaboração dos planos de pormenor dos terrenos do actual estádio do Bonfim e do novo estádio do Vale da Rosa seria da responsabilidade da câmara mas reconheceu que, neste momento, a "autarquia não tem meios técnicos e financeiros para elaborar os dois planos de pormenor, pois têm de ter um grande suporte técnico e, por isso, iriam retirar a capacidade de trabalho dos técnicos do município".



De acordo com a autarca, já está aprovado o plano de pormenor para a construção do estádio do Vale da Rosa, que aguarda apenas que a Pluripar apresente o projecto definitivo aos serviços camarários. Maria das Dores Meira refere ainda que a autarquia deverá aprovar na próxima sessão pública um "protocolo que vai estabelecer o que cada uma das partes vai fazer e aquilo que será construído nos terrenos do actual estádio do Bonfim".


"O plano de pormenor dos terrenos do actual estádio do Bonfim deverá contemplar a construção de um complexo habitacional, com prédios de seis a oito andares serviços, escritórios e uma área comercial mas não haverá naquele local nenhum centro comercial de grandes dimensões", esclarece a autarca. "A equipa técnica da câmara disse logo que não havia espaço para uma grande área comercial", conclui Maria das Dores Meira.


Lusa - 01-08-2008

entre tejo e sado disse...

Maria Dores Meira - PCP e o Vale da Rosa:

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
Projecto para Vale da Rosa - Setúbal : A construção do maior parque verde da cidade

Projecto para Vale da Rosa - Setúbal
A construção do maior parque verde da cidadeA presidente da Câmara Municipal, Maria das Dores Meira, referiu que o dia de hoje - em que o Vitória de Setúbal celebra 97 anos - é um virar de página para a história da cidade e do clube.

A autarca falava durante a cerimónia de apresentação do novo projecto para Vale da Rosa, que contempla um estádio municipal e um complexo habitacional, de serviços e comércio.

A cerimónia decorreu nos futuros terrenos que acolherão a nova infra-estrutura desportiva, em Vale da Rosa, e no acto participaram, também, o líder da Comissão de Gestão do Vitória Futebol Clube, Carlos Costa, e o presidente da Assembleia-Geral do clube e vereador da Câmara Municipal, Ilídio Ferreira.

Carlos (Brocas) disse...

Moita Bem estar à Beira Tejo

http://berbequim.wordpress.com/2009/02/17/moita-bem-estar-a-beira-tejo/

Anónimo disse...

"Maria Dores Meira - PCP e o Vale da Rosa:

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
Projecto para Vale da Rosa - Setúbal : A construção do maior parque verde da cidade

Projecto para Vale da Rosa - Setúbal
A construção do maior parque verde da cidadeA presidente da Câmara Municipal, Maria das Dores Meira, referiu que o dia de hoje - em que o Vitória de Setúbal celebra 97 anos - é um virar de página para a história da cidade e do clube."


Mas aquilo é verde agora

Anónimo disse...

Igualmente fora do balanço do BPN estão centenas de hectares de terrenos em Rio Frio. A Pluripar é proprietária de alguns ( ver declarações proferidas por ex-administardores do BPN/SLN na comissão parlamentar de inquérito ao sistema bancário ).As aquisições terão ocorrido antes das movimentações politico-lobistas ocorridas em 2007 em aquando da campanha mediática sobre o NAL e a TTT.Quem comprou esses terrenos detinha, decerto, informação previlegiada sobre a futura localização do NAL no CTA pois, tudo se passou antes ainda dos relatórios do LNEC estarem concluídos( ou terem sequer sido mandados elaborar pelo Governo )
Alguns, querem atirar as culpas dos estado a que isto chegou para cima dos jornalistas que têm investigado estes assuntos e outros relacionados.
Como adiante, infelizmente, se verá o nosso país tem imensas debilidades para ultrapassar a crise actual e no sector imobiliário estão talvez as maiores.

Anónimo disse...

• Resolução do Conselho de Ministros n.º 20/2009. D.R. n.º 36, Série I de 2009-02-20
Presidência do Conselho de Ministros
Cria o Programa para a Mobilidade Eléctrica em Portugal, dirigido por um gabinete constituído no âmbito do Ministério da Economia e da Inovação

http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03600/0116501165.pdf




• Decreto-Lei n.º 46/2009. D.R. n.º 36, Série I de 2009-02-20
Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional
Procede à sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, que estabelece o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial

http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03600/0116801205.pdf



• Portaria n.º 184/2009. D.R. n.º 36, Série I de 2009-02-20
Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação
Estabelece o valor limite dos auxílios concedidos ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1998/2006, da Comissão, de 15 de Dezembro, relativo aos auxílios de minimis

http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03600/0120901209.pdf


• Despacho n.º 5862/2009. D.R. n.º 36, Série II de 2009-02-20
Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - Gabinete da Secretária de Estado dos Transportes
Declaração de utilidade pública da expropriação das parcelas necessárias à construção da obra de Rede de Metropolitano da Margem Sul do Tejo - Parcela 33 b)


http://dre.pt/pdf2sdip/2009/02/036000000/0715007151.pdf

Anónimo disse...

“(…)Fernando Fantasia, gestor e accionista da OPI 92, é categórico: 'Começámos as negociações em Agosto, estava tudo praticamente negociado em Outubro, e foi tudo concluído no final de Dezembro de 2007.' Um accionista da SLN já garantira ao CM que 'os terrenos junto ao aeroporto em Alcochete foram comprados uma ou duas semanas antes de o Governo anunciar a nova localização do aeroporto'.(…)”

http://www.correiomanha.pt/Enviar.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=BCCC4266-8A40-4CAB-803D-DE142BB1A956


Em Rio Frio, localização chumbada para o aeroporto de Lisboa, por razões ambientais, o BPN não hesitou em investir em dois projectos imobiliários de grande envergadura.

Um deles é chamado de Sede com 1600 ha, tem activos calculados em 246 milhões de euros e um custo de 53 milhões. Oliveira Costa explicou que este activo se encontra consolidado nos fundos imobiliários, mas existia um acordo de recompra, ficando a SLN com 50% e Emídio Catum com a outra metade.

Já o projecto Rio Frio 2, com 3600 ha e um custo de 89 milhões de euros, diz acta que «estava em nome do Sr. Catum ou do Sr. Fantasia e era também para ser detido a meias pela SLN e pelo Sr. Catum».


A acta refere ainda que a aquisição foi financiada com garantias do BPN, facto que ficou para esclarecimento posterior.

A falta de consolidação dos projectos nas contas, bem como de certezas quanto à titularidade dos investimentos, parecia ser regra.
A acta refere ainda uma sociedade denominada OPI 92, «detida a 100 % pelo Sr. Fantasia, que na realidade é 100% da SLN.», e com activos avaliados entre 625 e 750 milhões de euros e dívidas de 350 milhões de euros.

Numa reunião posterior, de 26 de Fevereiro, já com Fernando Fantasia presente, o próprio esclareceu que, embora a OPI 92, seja oficialmente detida em 80% por ele próprio e 20% pela Wisteria Properties LLC (¿) na realidade pertence 100% à SLN Valor.»


Nessa reunião, o referido investidor, «esclareceu ter vendido 20% da OPI 92 pelo valor de 2,5 milhões de euros», tendo utilizado 1,25 milhões de euros para aumento de capital da nova OPI SGPS e 1,25 milhões que declarou nunca ter recebido. O problema é que, segundo Oliveira Costa, lhe teria sido pago.

Prossegue a acta dizendo que «questionado o Dr. Oliveira Costa sobre esta contradição, o mesmo declarou-nos que esse valor deveria estar aplicado no paraíso fiscal das Ilhas Cayman», ficando de esclarecer sobre o real paradeiro desse valor.

http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1042635


Em resposta hoje a Nuno Melo, durante a comissão parlamentar de inquérito ao BPN, Vakil disse que o documento em questão foi discutido pelo Conselho Superior da SLN e foi apresentado aos accionistas antes de sair de funções, em Junho de 2008.
Noutro aspecto, o documento interno aponta como um "problema" que a EREI, a Jespersen, a Abnerka, a Verida (OPI 92) e a All Gold sejam "sucessivamente indicados como pertencentes a terceiros quando de facto são do Grupo SLN".
Para resolver este problema, os autores do documento propõem a "aquisição da totalidade da EREI B.V (Sabrico)", a "extinção" da Jespersen e "encerramento de contas", a "alienação imediata do terreno de Luanda (Abnerka) para a SLNI".

Quanto à Verida (OPI 92), a solução apresentada é o "pagamento por parte de terceiros do financiamento", e para a Allgold propõe-se o "pagamento por parte da BPN Imofundos".

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=382926&visual=26&rss=0

Nuno Melo confrontou Abdool Vakil, que foi presidente, desde Fevereiro de 2008, do Conselho de Administração da SLN, que detinha o BPN até à nacionalização do banco em Novembro de 2008, com o documento, o qual Vakil assumiu conhecer, confirmando que o mesmo foi discutido no Conselho Superior da SLN.

O Documento enumera as razões para o Insular ser um problema, nomeadamente por os seus "depositantes serem a 100 por cento provenientes do Grupo BPN" e que "uma parte do Balanço do Insular está off balance sheet".

É referido no documento, na parte relativa ao "Banco Insular" que "perspectiva-se a imposição de integração no Grupo" SLN.

Já na secção dedicada às "soluções e estratégias" para o Banco Insular, o documento indica duas propostas.

A primeira seria a redução do balanço, com a "passagem imediata de todos os créditos concedidos a empresas participadas directa ou indirectamente pela SLN para bancos do Grupo SLN (78 milhões de euros) excluído veículos".

Por outro lado, também se propunha a "passagem imediata de todos os créditos concedidos a accionistas para o BPN (18 milhões de euros)".

"Com esta redução associada às venda das acções SLN e SLN Valor (80 milhões de euros)" - pode ler-se no documento - "o balanço do Banco Insular fica com 409 milhões de euros".

A segunda proposta indicada no "SLN Estado da Nação" era a de vender o Insular a terceiros, procedendo a uma "avaliação tendo por base os activos que lá ficaram, nomeadamente créditos a veículos offshore".

"Dos 409 milhões em balanço seria possível obtermos um valor potencial dos activos que lá ficaram em cerca de 250 milhões", indica o documento, que aponta duas opções.

A primeira opção seria a "assunção da perda de 150 milhões em balanço da SLN" e a segunda era a "junção de um activo como os 100 por cento da sociedade Wisteria - dona de 20 por cento da OPI 92 - de forma a que o Banco Insular pudesse ser vendido pelo seu valor de balanço".


http://cdsnoparlamento.pp.parlamento.pt/index.php?idmenu=4&lg=1&idn=468


Opi 92-Operações Imobiliárias SA

Distrito: Lisboa

Número de Contribuinte: 503002895

Actividade: 68100

Volume de Negócios:<= 250.000

Capital Social: 500.001 - 5.000.000



http://www.pai.pt/financialdetailssearch.ds;jsessionid=E8916F2C058A7623517BCC71706C2485

"(...)A Pluripar não adiantou qualquer outro pormenor sobre o processo. A TVI sabe que a empresa é participada pela Sociedade Lusa de Negócios (SLN), esteve no universo do BPN e dois dos membros da direcção, entre eles o até há pouco tempo presidente, Emídio Catum, têm ligações directas com o banco.

Contactado pela TVI, o presidente da câmara em 2001, Mata Cáceres, defende que não houve qualquer ilegalidade no processo, nem tão pouco favorecimento ou tráfico de influências. O certo é que o despacho assinado pelos ministros da Agricultura e Ambiente é feito dias antes das eleições autárquicas. Curiosamente, nessa altura, Júlio Monteiro, tio de José Sócrates, era deputado municipal em Setúbal. (...)"

http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1042619

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