Blogue Ambientalista da Margem Sul / Portuguese Environmental Blog "Pense Global , Aja Local" Save the Portuguese Forest / Salve a Floresta Portuguesa
domingo, janeiro 08, 2012
sábado, janeiro 07, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
EM ALMADA NÃO BASTAM OS TACHOS , JUNTEM-SE RELÓGIOS DE OURO
Fonte Blogue "Má despesa pública"
Câmara de Almada gasta 31 mil em relógios de ouro
Câmara de Almada gasta 31 mil em relógios de ouro
Contado ninguém acredita, mas a prova está aí. A Câmara Municipal de Almada comprou relógios de ouro no valor de 31.915 euros. Já antes tínhamos alertado para a obsessão camarária em andar a horas. Tantos relógios são para quê e para quem?
Informação devidamente comprovada aqui :
quinta-feira, janeiro 05, 2012
O MECANISMO
Na maioria das câmaras portuguesas, vive-se um estranho vazio de poder. Os presidentes já pouco ou nada mandam. E isto porque quase dois terços estão de saída, por força da lei que limita os mandatos.
Nos últimos tempos, com a perspectiva do abandono, os poderes clientelares que os autarcas criaram ao longo de anos começam a rebelar-se contra eles. Multiplicam-se já as lutas fratricidas pela sucessão.
São muitos os jogos de sombras e as manobras de bastidores.
Os presidentes cessantes, salvo honrosas e raras excepções, ficaram embriagados por anos de poder e combatem agora ferozmente pela sua sobrevivência política.
Alguns anseiam por um posto na administração pública ou disputam um cargo numa qualquer empresa pública.
Este caminho é uma tentação sobretudo para os social-democratas, que assim aproveitam a boleia das recentes mudanças governativas. Mas os "tachos" são hoje menos e mais pequenos. E ainda bem!
Há ainda quem tente a sua sobrevivência na política autárquica, anunciando a sua eventual candidatura a um concelho vizinho, cujos eleitores se renderiam aos seus encantos.
Tentam desta forma manter o seu grupo de apoiantes coeso e os seus negócios intactos. Mas sabem que não vão poder candidatar-se.
A lei de limitação de mandatos determina que "o presidente de câmara municipal só pode ser eleito para três mandatos consecutivos". E afirma ainda que "um presidente de câmara municipal, depois de concluídos os mandatos referidos, não pode assumir aquelas funções (de presidente "de" câmara) durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido". Claro como água.
A limitação de mandatos veio pois condenar os caciques, os presidentes plenipotenciários de outrora, a uma angústia sem solução.
Um lugar na administração pública, pouco provável, não lhes confere o poder nem os negócios a que estão habituados. E uma nova candidatura é uma miragem.
Em desespero e agarrados ao poder, arrastam-se agora até ao final do mandato, sem honra nem glória. (Prof. Paulo Morais in Correio da Manhã)
quarta-feira, janeiro 04, 2012
SEM VERGONHA
O a-sul pelos seus leitores:
"Em plena crise a Câmara do Seixal de maioria CDU goza com a cara de quem sofre os efeitos da crise.
A Câmara do Seixal acaba de abrir concurso para director do arco ribeirinho Sul quando no orçamento do estado já aprovado e publicado no Diario da Republica prevê a extinção desta Sociedade do Arco Ribeirinho Sul.
Alfredo Monteiro na Câmara do Seixal deveria ser responsabilizado por estes gastos ruinosos para o estado para o povo português e para a população do seixal.
Alfredo Monteiro não tem respeito por quem sofre dificuldades e continua a espatifar dinheiro criando e preenchendo lugares de diretores com os seus amigos e camaradas de partido. Não há vergonha.
Até quando estes senhores vão viver impunes?"
terça-feira, janeiro 03, 2012
O DESCARTAR COMUNISTA
"O PCP informou anteontem da substituição do seu vereador na Câmara Municipal do Porto. Assim, ao fim de 12 anos com esta função, Rui Sá é substituído no cargo por Pedro Carvalho. Na conferência de imprensa em que a substituição foi anunciada, Belmiro Magalhães, do Comité Central e responsável pela Organização da Cidade do Porto do Partido, recordou que Rui Sá exerceu as funções de vereador com «dedicação intensa e sem descanso aos problemas do Porto e das suas gentes... (Avante)"
Este foi o comentário lacónico e típico do PCP no final do ano que passou, ao descartar o seu vereador na Câmara do Porto . Basta procurar no Google ou nos arquivos dos jornais para ver que as questões e as criticas que Rui Sá colocava na autarquia da Invicta eram fácilmente transpostos para os seus camaradas de partido que desde a instauração do Poder Local são "governo" em maioria na Margem Sul do Tejo e no geral da Península de Setúbal.
Tivesse o PCP coerência e vergonha na cara e tinha era colocado Rui Sá no Seixal em Almada ou em Setúbal para que este exigisse nestas autarquias o cumprimento das exigências que fazia a Rui Rio, nomeadamente ao nível da transparência e no combate à corrupção ou no urbanismo.
Mas o que o PCP fará dentro em pouco será exactamente o inverso com o descartar de Alfredo Monteiro no Seixal por via de um comunicado que será em muito semelhante, enaltecendo "a dedicação constante e sem descanso..." não para renovar ou moralizar , para manter o seu clã de medíocres, no fundo mantendo tudo na mesma...
segunda-feira, janeiro 02, 2012
PORTUGAL 2012
Dedicado a todos os que arrastaram Portugal a este ponto.
Aos que se aproveitaram dos cargos publicos a seu dispôr em proveito próprio ou dos seus partidos, aos que mal trataram o bem público com contratos ruinosos.
Aos que maltrataram o ambiente e com ele o futuro e a qualidade de vida e a sustentabilidade económica e ecológica de todos nós, os que manipularam Planos e Leis de protecção ambiental para alterações criminosas e proveitosas de uso do solo.
A todos aqueles que permitiram mais construção que o bom senso e a procura necessitavam , que se corromperam por pouco ou por reformas douradas depois de passar o testemunho a acéfalos oportunistas.
Pode ser utópico, mas penso que um dia pagarão por isto, aliás já estão a pagar uma vez que pensavam que isto iria acontecer quando estivessem a salvo e bem longe e não lhes tivesse rebentado nas mãos como aconteceu.
Cartoon : Por Luis Afonso
domingo, janeiro 01, 2012
sábado, dezembro 31, 2011
OBRIGADO GRANDE LÍDER
O Paraíso Norte Coreano transposto para a Margem Sul, o Paraíso Comunista no seu melhor, a propaganda em grande expoente.
O município de Almada garantiu hoje que vai entrar em 2012 com “saldo positivo e sem qualquer dívida vencida a fornecedores e/ou empreiteiros”, sublinhando que considera tratar-se de um “caso inédito no país”.
Em comunicado, a câmara presidida por Maria Emília Neto de Sousa assegura que terminou “as contas do exercício de 2011 com uma taxa de execução orçamental superior a 90 por cento (receitas e despesas)” e acrescenta que “a realização da receita foi de 105,7 milhões de euros e a realização da despesa foi de 98,2 milhões de euros”.
A autarquia explica que “os resultados conseguidos são também, por isso, um reflexo de práticas de excelência, decorrendo de um orçamento rigoroso e de uma gestão eficiente e eficaz” e salienta que “o facto de o município de Almada apresentar a totalidade das suas contas de 2011 no último dia útil do ano” é “uma situação que se crê ser inédita no país, quer no sector público quer no sector privado”.
De acordo com o Orçamento do Estado para 2012, os municípios têm de reduzir, no mínimo, 10 por cento sobre o valor dos pagamentos em atraso com mais de 90 dias, e além destes 10 por cento, têm também de reduzir um valor “equivalente a um sétimo da despesa efectuada com remunerações certas e permanentes no ano de 2011”, disse à Lusa, em Novembro, o secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo Simões Júlio.
Segundo Paulo Júlio, o total do “endividamento das autarquias em todo o seu perímetro é de cerca de sete mil milhões de euros” (PUBLICO).
O pagamento atempado das dívidas não é, no entanto, caso único. A meio de Dezembro, o presidente da câmara municipal de Montalegre, Fernando Rodrigues, assegurava que, até ao final do ano, iria ter “uma conta de gerência histórica, precisamente por, pela primeira vez, não incluir dívidas a fornecedores a pagar no ano seguinte”.
quinta-feira, dezembro 29, 2011
NOVA PRAGA
ESCARAVELHO VERMELHO ATACA PALMEIRAS
27.12.2011
Ana Henriques
Ana Henriques
Depois de ter dizimado muitas centenas de plantas no Algarve, o escaravelho vermelho das palmeiras chegou a Lisboa, onde já infectou mais de uma centena de exemplares, obrigando ao abate de 22. Muitas mais estarão condenadas.
"Quando os efeitos da praga se tornam visíveis é normalmente tarde de mais para salvar a palmeira", explica a chefe de divisão da inspecção fito-sanitária do Ministério da Agricultura, Clara Serra. Só muito depois de ser invadida pelas grandes e vorazes larvas do escaravelho, que se alimentam das palmas e do coração da planta, a palmeira começa a dar sinais do mal. Primeiro fica ligeiramente despenteada. Na fase seguinte cai-lhe a parte de cima da copa, acabando por morrer no máximo ao fim de dois anos. Os insectos, esses rumam às próximas palmeiras saudáveis. Como conseguem voar cinco a dez quilómetros, os efeitos são desastrosos.
Em 2007, ano em que a praga foi detectada pela primeira vez em Portugal, a União Europeia considerou obrigatória a luta contra a mesma, estabelecendo medidas de emergência. Por essa altura já Espanha, Itália e outros países mediterrânicos se debatiam há vários anos com o escaravelho (Rhynchophorus ferrugineus), que é oriundo da Indonésia mas se expandiu a partir da importação de palmeiras do Egipto para a Europa. A subdirectora-geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Flávia Alfarroba, diz que depois da declaração da praga Portugal tinha o prazo de um ano para se candidatar a fundos comunitários para o seu combate, que é caro. "Isso não foi feito e perdeu-se a oportunidade", recorda.
O facto de se tratar de uma planta ornamental, e não de produção agrícola, terá pesado na decisão. Interpelada sobre o assunto pelo eurodeputado comunista João Ferreira, a Comissão Europeia mencionou estarem em curso dois projectos de investigação sobre o insecto. "Serão dedicados 3 milhões de euros à preparação de estratégias de erradicação e contenção da praga", prometeu a Comissão no início deste ano.
O Ministério da Agricultura não tem, neste momento, fundos para esse fim. "Ainda que as câmaras possuíssem dinheiro para tratar de todas as palmeiras dos espaços públicos, nós não temos capacidade para resolver a questão das que pertencem a particulares", admite Clara Serra. Solução? "As autarquias vão ter de seleccionar os exemplares mais valiosos e proteger esses".
Apesar de ter sido informada da entrada do escaravelho na cidade há um ano - altura em que apareceu noutros concelhos da área metropolitana, como Cascais e Oeiras -, só este mês a Câmara de Lisboa colocou um aviso no seu site, no qual explica que o insecto "está a pôr em causa a continuidade das palmeiras". A praga atingiu diversos pontos da cidade: já foi preciso abater exemplares no Campo das Cebolas e na Quinta das Conchas, no Lumiar, tendo sido detectados mais casos na Junqueira e na alameda do Hospital Curry Cabral. "Temos de ser realistas: não podemos salvar as palmeiras todas, não há verbas que cheguem para isso", declara Carlos Gabirro, sócio-gerente da Biostasia, firma que tem trabalhado no combate à praga. "Como o tempo esteve anormalmente quente até muito tarde, se as condições climatéricas se mantiverem para o ano Lisboa vai ser um caos. O escaravelho vai atingir todos os parques e jardins da cidade". Embora não morram, os insectos deixam de voar com o frio. A palmeira-das-canárias é o hospedeiro preferido do escaravelho, por não ter defesas naturais contra uma praga que não pertencia até agora ao seu meio ambiente. Mas todas as palmeiras lhe são vulneráveis.
"Nos espaços públicos da cidade a praga está controlada", assegura o vereador dos Espaços Verdes, Sá Fernandes, que vai contratar uma empresa para monitorizar 300 dos três mil exemplares do espaço público. O autarca diz-se mais apreensivo com as palmeiras particulares afectadas - cujos custos de abate, necessário para evitar a contaminação, chegam com facilidade aos mil ou dois mil euros. Já o tratamento preventivo custa pelo menos 400 euros anuais por exemplar. "Se o Ministério da Agricultura não tem verbas, tem de as arranjar! Ninguém pode lavar as mãos deste problema!", afirma Sá Fernandes ( PUBLICO) .
"Quando os efeitos da praga se tornam visíveis é normalmente tarde de mais para salvar a palmeira", explica a chefe de divisão da inspecção fito-sanitária do Ministério da Agricultura, Clara Serra. Só muito depois de ser invadida pelas grandes e vorazes larvas do escaravelho, que se alimentam das palmas e do coração da planta, a palmeira começa a dar sinais do mal. Primeiro fica ligeiramente despenteada. Na fase seguinte cai-lhe a parte de cima da copa, acabando por morrer no máximo ao fim de dois anos. Os insectos, esses rumam às próximas palmeiras saudáveis. Como conseguem voar cinco a dez quilómetros, os efeitos são desastrosos.
Em 2007, ano em que a praga foi detectada pela primeira vez em Portugal, a União Europeia considerou obrigatória a luta contra a mesma, estabelecendo medidas de emergência. Por essa altura já Espanha, Itália e outros países mediterrânicos se debatiam há vários anos com o escaravelho (Rhynchophorus ferrugineus), que é oriundo da Indonésia mas se expandiu a partir da importação de palmeiras do Egipto para a Europa. A subdirectora-geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Flávia Alfarroba, diz que depois da declaração da praga Portugal tinha o prazo de um ano para se candidatar a fundos comunitários para o seu combate, que é caro. "Isso não foi feito e perdeu-se a oportunidade", recorda.
O facto de se tratar de uma planta ornamental, e não de produção agrícola, terá pesado na decisão. Interpelada sobre o assunto pelo eurodeputado comunista João Ferreira, a Comissão Europeia mencionou estarem em curso dois projectos de investigação sobre o insecto. "Serão dedicados 3 milhões de euros à preparação de estratégias de erradicação e contenção da praga", prometeu a Comissão no início deste ano.
O Ministério da Agricultura não tem, neste momento, fundos para esse fim. "Ainda que as câmaras possuíssem dinheiro para tratar de todas as palmeiras dos espaços públicos, nós não temos capacidade para resolver a questão das que pertencem a particulares", admite Clara Serra. Solução? "As autarquias vão ter de seleccionar os exemplares mais valiosos e proteger esses".
Apesar de ter sido informada da entrada do escaravelho na cidade há um ano - altura em que apareceu noutros concelhos da área metropolitana, como Cascais e Oeiras -, só este mês a Câmara de Lisboa colocou um aviso no seu site, no qual explica que o insecto "está a pôr em causa a continuidade das palmeiras". A praga atingiu diversos pontos da cidade: já foi preciso abater exemplares no Campo das Cebolas e na Quinta das Conchas, no Lumiar, tendo sido detectados mais casos na Junqueira e na alameda do Hospital Curry Cabral. "Temos de ser realistas: não podemos salvar as palmeiras todas, não há verbas que cheguem para isso", declara Carlos Gabirro, sócio-gerente da Biostasia, firma que tem trabalhado no combate à praga. "Como o tempo esteve anormalmente quente até muito tarde, se as condições climatéricas se mantiverem para o ano Lisboa vai ser um caos. O escaravelho vai atingir todos os parques e jardins da cidade". Embora não morram, os insectos deixam de voar com o frio. A palmeira-das-canárias é o hospedeiro preferido do escaravelho, por não ter defesas naturais contra uma praga que não pertencia até agora ao seu meio ambiente. Mas todas as palmeiras lhe são vulneráveis.
"Nos espaços públicos da cidade a praga está controlada", assegura o vereador dos Espaços Verdes, Sá Fernandes, que vai contratar uma empresa para monitorizar 300 dos três mil exemplares do espaço público. O autarca diz-se mais apreensivo com as palmeiras particulares afectadas - cujos custos de abate, necessário para evitar a contaminação, chegam com facilidade aos mil ou dois mil euros. Já o tratamento preventivo custa pelo menos 400 euros anuais por exemplar. "Se o Ministério da Agricultura não tem verbas, tem de as arranjar! Ninguém pode lavar as mãos deste problema!", afirma Sá Fernandes ( PUBLICO) .
quarta-feira, dezembro 28, 2011
BALANÇO 2011
2011 foi um mau ano para todos, mas sobretudo para os ditadores , ainda hoje foi um (KIM Il Sung) a "enterrar" e outro (Mubarak) entrou no tribunal de maca para responder sobre décadas de despotismo.
Não vale a pena falar no que 2011 trouxe , no que se tornou e no que transformou a nossa vida, sem grandes surpresas para nós no que toca às consequências do modelo de "desemvolvimento" professado e posto em prática , até pelos autarcas comunistas de serviço por estas bandas , o faz figura agora - e dá de ganhar aos amigos e ao partido - que logo alguém pagará depois...
Destaco aqui sim a emergência do protesto popular, global e mobilizador , assente em muita revolta incontida e potenciado nas redes sociais , desenquadrados dos partidos e dos sindicatos.
Eu, tu , ele , nós , vós , eles... que PROTESTAM fomos a figura do ano.
terça-feira, dezembro 27, 2011
CRISE ? QUAL CRISE ?
Apesar do desemprego, e da fome que atinge muitas , mas mesmo muitas famílias , a Câmara de Almada em vez de um auxílio solidário, opta por queimar centenas de milhar de euros em fogo de artifício na passagem de ano.
Mas isto faz sentido ?
Isto não é má gestão do bem público ?
segunda-feira, dezembro 26, 2011
MORTES DE NATAL
Mais um ano a continuarmo-nos a matar alegremente nas nossas estradas, incluíndo nesta quadra natalícia.
Ainda ontem à noite , vários feridos num violento acidente envolvendo várias viaturas no concelho do Seixal e um balaço trágico de 10 vítimas mortais até ao momento.
Meditemos nisto.
sexta-feira, dezembro 23, 2011
COERÊNCIA
O PCP há poucos dias chorou a morte do um ditador comunista da Coreia do Norte, mas sobre a morte de quem levou a democracia ao seu país como Vaclav Havel , votou no Parlamento contra a manifestação oficial de pesar.
Nada como de vez em quando lemrarem-nos da massa de que são feitos e da sua liminar coerência ... é para vermos que não é por acaso que sob a capa de CDU e VERDES , são a maior fraude da nossa Democracia.
quinta-feira, dezembro 22, 2011
SOBREIRO ÀRVORE NACIONAL
A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas.
A petição para consagrar o sobreiro (Quercus suber) como um dos símbolos do país foi lançada em Outubro de 2010 pelas associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza. Hoje, passado pouco mais de um ano, o sobreiro conquistou o hemiciclo.
“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.
O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.
Miguel Rodrigues adianta que, depois da criação de um logótipo simbólico, será estudada a criação de uma “plataforma de trabalho que abranja tudo o que tem a ver com o sobreiro, desde associações a câmaras, universidades, indústrias e Estado. Actualmente não há integração de conhecimentos para suprir as necessidades”.
O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.
Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou (PUBLICO)
“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.
O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.
Miguel Rodrigues adianta que, depois da criação de um logótipo simbólico, será estudada a criação de uma “plataforma de trabalho que abranja tudo o que tem a ver com o sobreiro, desde associações a câmaras, universidades, indústrias e Estado. Actualmente não há integração de conhecimentos para suprir as necessidades”.
O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.
Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou (PUBLICO)
quarta-feira, dezembro 21, 2011
NOVOS "RURAIS" 2
Uma EcoCasa portuguesa, concerteza (o oposto da imagem)
Uma Eco Casa para todos construída através de uma rede de fornecedores cem por cento portugueses que se tornam embaixadores da causa.
É esta a ambição do projecto também fundado por João Monge Ferreira, com os objectivos de atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re) construir edifícios e espaços.
Para tal, “são convidados todos aqueles que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais e aportando valor acrescentado à qualidade de vida”, anuncia a iniciativa.
Para tal, “são convidados todos aqueles que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais e aportando valor acrescentado à qualidade de vida”, anuncia a iniciativa.
Os promotores da EcoCasa Portuguesa, desígnio que nasceu nas redes sociais, querem construir uma casa amiga do ambiente totalmente nacional - desde o projecto de arquitectura aos materiais utilizados, “a ideia é que tudo seja made in Portugal e fornecido graciosamente”.
Ao VER, o responsável desta iniciativa, que dirige ainda os projectos Empreendedores em Rede e Cibereconomia explica que, na fase inicial, a casa modelo será uma forma de os ‘embaixadores’ promoverem os seus produtos e serviços, e serem fornecedores dos futuros projectos.
O objectivo é que a casa “se adapte aos diversos climas, relevos e matérias-primas de cada região”, até porque o futuro do projecto passa pela comercialização em vários países, adianta. É o caso de Angola, Brasil, Espanha e Moçambique, para além de Portugal.
Segundo João Monge Ferreira vão ser projectados modelos low-cost, para fácil implantação em zonas rurais. A primeira habitação, um T3 “orçado em 150 mil euros”, a construir num prazo de dois anos, é um projecto com uma forte componente pedagógica ambiental”, conclui.
terça-feira, dezembro 20, 2011
NOVOS "RURAIS"
São jovens empreendedores que migram para o campo com uma renovada cultura de território, e visão a longo prazo da importância da agricultura para o País e para o seu legado. Promovem um regresso sustentável à ruralidade, que combate o desemprego, estimula o desenvolvimento económico e gera poupanças na economia familiarPOR GABRIELA COSTA
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© DR | |
Sucede que esta realidade promove o aumento do custo de vida (no mesmo ano, setenta por cento do endividamento das famílias concentrava-se nas áreas metropolitanas), dos problemas de mobilidade e das condições de vida precária, a nível social mas também ambiental.
Para os Novos Povoadores, a promoção de oportunidades de empreendedorismo nos territórios rurais “provocará o desejado êxodo urbano”. Reduzir o fosso das assimetrias regionais com benefícios para os novos residentes e para os territórios de baixa densidade é um objectivo a conseguir através da instalação de unidades empresariais no interior, a custos reduzidos, e com uma mão-de-obra também mais barata que a dos centros urbanos.
O campo torna-se ainda uma boa escolha pela reconhecida qualidade de vida que proporciona, graças à sua baixa densidade, defendem os Novos Povoadores, que estão a dinamizar uma rede de empreendedorismo no meio rural, em sectores económicos suportados pelas Tecnologias de Informação e Comunicação.
segunda-feira, dezembro 19, 2011
COMUNISTAS DE LUTO
Os meus sentimentos ao Partido Comunista Português pelo falecimento de uma das suas referências democráticas.
Acredito que na Margem Sul a azáfama estará a ser grande na mobilização de autocarros para os seus militantes irem assistir às exéquias do "Querido Líder" que assim não vão passar a consoada em família.
Vai daqui do a-sul toda a solidariedade e carinho, em particular para Bernardino Soares que deve estar inconsolável .
domingo, dezembro 18, 2011
sábado, dezembro 17, 2011
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