
« Nos últimos 50 anos assistimos a alterações significativas nos ecossistemas portugueses impulsionadas por profundas modificações socioeconómicas.
A economia aumentou mais de seis vezes, o número de agricultores diminuiu mais de 60% e a área agrícola reduziu-se em 40%. Ocorreu a intensificação agrícola e a florestação com monocultura de eucalipto, com impactes negativos na biodiversidade e nos serviços de regulação dos ecossistemas.
Os nossos rios sofreram modificações dramáticas com a construção de barragens e com o aumento da poluição proveniente da agricultura e da indústria. O problema das espécies exóticas invasoras agravou-se nas ilhas e aumentou a pressão sobre os ecossistemas costeiros. Em muitos ecossistemas manteve-se ou agravou-se o nível de sobre-caça e sobre-pesca.»
Outras opções de resposta para proteger a biodiversidade incluem a condução da regeneração da floresta em áreas agrícolas abandonadas, a conversão parcial das florestas monoespecíficas em florestas biodiversas, a utilização de práticas agrícolas que promovam a biodiversidade, o controlo das espécies invasoras, a protecção da integridade dos sistemas de água doce em bom estado, o controlo das fontes de poluição aquática e a expansão do sistema de áreas protegidas marinhas.
Nota - na imagem Alto do Moinho - Seixal, terreno agricola e sobreiros substituída por construção.
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ULTIMA HORA
Mega operação do ministério do ambiente à gestão de resíduos. Queixa crime contra três empresas.












