Imagem- cidadão utiliza a inacabada ciclovia Metro Sul Tejo em Corroios - frente à Moviflor
O "Metro" ainda está longe de por aí circular, e as contas dos seus custos com atrazos e obras refeitas, longe de serem apresentados , apareceu timido e a fingir que era já a sério, poucos dias antes das eleições, mas dois meses passados ainda anda pouco mais d

e escassas centenas de metros.
MST em testes no Talaminho, um investimento enorme num meio não poluente, de aplaudir também a ciclovia , a prioridade deveria ser der-lhe continuidade e não o começar e acabar em lado nenhum como é hábito... não se compreende que face a este investimento se estejam a construir mais uma nova via para automóveis (paralela à EN 10)
O que tem já uso dos cidadãos, apesar de não conduzir a lado nenhum, é a ciclovia que acompanha a linha do eléctrico o que
mostra exemplarmente que as pessoas aderem a este meio de transporte, assim tivessem condições para o utilizar em segurança.
Pena é que paralelamente a esta ciclovia e via destinada a transporte publico não poluente (o eléctrico)
avance mais uma via destinada a automóveis (imagem) , via essa (paralela à EN10) que vai rasgar a Quinta da Princesa (mais uma conquista de Abril 30 anos depois...) , e com ela desaparecerão mais um numero largo de sobreiros e pinheiros, e abrindo caminho a mais urbanizações, a mais automóveis, a mais poluição... um contrasenso como é bom de ver à ciclovia e à linha de eléctrico.
Será que o espaço entre a EN10 e a nova via é para urbanizar???!!!
Ou o objectivo é valorizar com acessos pagos por todos a Quinta da Atalaia ??? É que todos os caminhos se parecem encaminhar para aquela bandeira Soviética que se exibe sobranceira durante todo o ano em território português e ao mesmo tempo divergem de onde seria lógico passar o Metro, ou seja , nas zonas mais habitadas...Contrasenso semelhante ocorreu com a via férrea Fertagus, em vez de ter um percurso onde as estações fossem implantadas para servir as zonas povoadas, deslocou-se a linha e as estações para longe , permitindo e fomentando novas urbanizações, seria interessante verificar quem lucrou... e quem agora vai lucrar com o percurso escolhido para o eléctrico.
É bom de ver que assim não vamos lá, é um fartar vilanagem com investimento publico, desenhado à medida para valorizar terrenos em beneficio da especulação imobiliària e em prejuizo da qualidade de vida dos cidadãos e do meio ambiente.
Depois é claro que não se cumpre Quioto, só que depois seremos de novo todos a pagar e não só aqueles que fomentam e lucram com estas politicas.Depois é claro que fomentar o uso da bicicleta seja ridicularizado, é que muito desperdicio de dinheiros publicos seria evitado, perderiam no entanto os que se opõem a estas simples , de custo minimo e utilização imediata (ver primeira imagem) medidas , compreende-se...