quarta-feira, dezembro 21, 2011

NOVOS "RURAIS" 2


Uma EcoCasa portuguesa, concerteza (o oposto da imagem) 

Uma Eco Casa para todos construída através de uma rede de fornecedores cem por cento portugueses que se tornam embaixadores da causa.

 É esta a ambição do projecto também fundado por João Monge Ferreira, com os objectivos de atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re) construir edifícios e espaços.
Para tal, “são convidados todos aqueles que projectam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais e aportando valor acrescentado à qualidade de vida”, anuncia a iniciativa.
Os promotores da EcoCasa Portuguesa, desígnio que nasceu nas redes sociais, querem construir uma casa amiga do ambiente totalmente nacional - desde o projecto de arquitectura aos materiais utilizados, “a ideia é que tudo seja made in Portugal e fornecido graciosamente”.

Ao VER, o responsável desta iniciativa, que dirige ainda os projectos Empreendedores em Rede e Cibereconomia explica que, na fase inicial, a casa modelo será uma forma de os ‘embaixadores’ promoverem os seus produtos e serviços, e serem fornecedores dos futuros projectos.
O objectivo é que a casa “se adapte aos diversos climas, relevos e matérias-primas de cada região”, até porque o futuro do projecto passa pela comercialização em vários países, adianta. É o caso de Angola, Brasil, Espanha e Moçambique, para além de Portugal.

Segundo João Monge Ferreira vão ser projectados modelos low-cost, para fácil implantação em zonas rurais. A primeira habitação, um T3 “orçado em 150 mil euros”, a construir num prazo de dois anos, é um projecto com uma forte componente pedagógica ambiental”, conclui.

terça-feira, dezembro 20, 2011

NOVOS "RURAIS"

São jovens empreendedores que migram para o campo com uma renovada cultura de território, e visão a longo prazo da importância da agricultura para o País e para o seu legado. Promovem um regresso sustentável à ruralidade, que combate o desemprego, estimula o desenvolvimento económico e gera poupanças na economia familiarPOR GABRIELA COSTA
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© DR
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Em 2015, mais de 69 por cento da população portuguesa viverá nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. O número avançado recentemente pela ONU revela um crescimento significativo desta concentração, que não é nova: em 2001, 42% da população vivia nas áreas metropolitanas.
Sucede que esta realidade promove o aumento do custo de vida (no mesmo ano, setenta por cento do endividamento das famílias concentrava-se nas áreas metropolitanas), dos problemas de mobilidade e das condições de vida precária, a nível social mas também ambiental.
Para os Novos Povoadores, a promoção de oportunidades de empreendedorismo nos territórios rurais “provocará o desejado êxodo urbano”. Reduzir o fosso das assimetrias regionais com benefícios para os novos residentes e para os territórios de baixa densidade é um objectivo a conseguir através da instalação de unidades empresariais no interior, a custos reduzidos, e com uma mão-de-obra também mais barata que a dos centros urbanos.
O campo torna-se ainda uma boa escolha pela reconhecida qualidade de vida que proporciona, graças à sua baixa densidade, defendem os Novos Povoadores, que estão a dinamizar uma rede de empreendedorismo no meio rural, em sectores económicos suportados pelas Tecnologias de Informação e Comunicação.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

COMUNISTAS DE LUTO



Os meus sentimentos ao Partido Comunista Português pelo falecimento de uma das suas referências democráticas.


Acredito que na Margem Sul a azáfama estará a ser grande na mobilização de autocarros para os seus militantes irem assistir às exéquias do "Querido Líder" que assim não vão passar a consoada em família.


Vai daqui do a-sul toda a solidariedade e carinho, em particular para Bernardino Soares que deve estar inconsolável .

sexta-feira, dezembro 16, 2011

IMPLODIR O PASSADO


São conhecidas as posições e as denúncias do a-sul ao logo dos anos , desde a ostentação e a vida acima das possibilidades dos portugueses e suas instituições e empresas até ao modelo de desenvolvimento económico errado e assente na delapidação de património único como a paisagem e o ambiente, e também os modelos urbanos aplicados.

Muitos gozaram e desafiaram a nossa dita clarividência . E não se estava aqui a fazer futurologia ou a querer impôr uma forma "fascista" de pensamento como amiúde nos acusaram. Bastava ver como viviam países e povos com maior produto per capita, maior escolaridade e melhor qualidade de vida e ver que Portugal não saía da cauda da Europa.

Os últimos meses deram-nos (infelizmente) razão , hoje mais um  marco simbólico na forma como aqui temos contestado o grande negócio CORRUPTO da habitação (dita)  social em Portugal  e dos modelos errados de guetização e exclusão que finalmente alguns começam vistosamente a implodir . Resta saber como estão a ser feitos os realojamentos dos realojamentos ... e se os mesmos erros, os mesmos modelos e a mesma corrupção se mantém... é que hoje faz cada vez mais sentido a expressão "não há almoços grátis"...

quinta-feira, dezembro 15, 2011




Não é por nada, mas estou-me a lembrar de uma câmara, como a do Seixal, que tem dado cabo de tudo o que são zonas húmidas e habitats deste e de outros répteis, veja-se o que se está a passar na Flôr da Mata e na Zona Rede Natura 2000 de Fernão Ferro Lagoa de Albufeira .

The world is facing what may be the single largest mass extinction event since the time of the dinosaurs: almost half of the world's 6,000 known amphibian species could be wiped out in our lifetimes. Habitat loss, pollution and hunting are serious concerns, but the most immediate threat to amphibians is amphibian chytrid ("kit-rid"); it's a parasitic fungus and deadly disease that's quickly spreading across the planet. For more than 360 million years, amphibians have not only survived, but also flourished, around the world. But in the past decade, 165 species of frogs have become extinct.
Attend the Spotlight On Frogs show



http://www.vanaqua.org/act/animal-protection/frog-recovery

quarta-feira, dezembro 14, 2011

CANADÁ , QUIOTO EM CAUSA





Helena Geraldes

O Canadá tornou-se o primeiro Estado a retirar-se do Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas, por considerar que “não funciona” e pertence ao passado.
O acordo de Quioto, assinado em 1997 e que entrou em vigor em 2005, é o único instrumento vinculativo que limita as emissões de gases com efeito de estufa (GEE). Este “não abrange os dois maiores países emissores, os Estados Unidos [que assinou a Convenção Quadro da ONU para as Alterações Climáticas mas que se recusou a ratificar Quioto] e a China, e não pode funcionar assim”, disse o ministro canadiano do Ambiente, Peter Kent. Por isso, “não é uma via para uma solução global às alterações climáticas, é mais um obstáculo.”

terça-feira, dezembro 13, 2011

(DURBAN) MAS...

 A opinião de Ricardo Garcia no Público





Não parece haver razões suficientes para celebrar como históricos os resultados da última cimeira climática da ONU, que terminou no passado domingo, em Durban. Pelo contrário, serão antes mais um sinal de que os acordos internacionais na área das alterações climáticas não se coadunam com a dimensão do problema, ou em si valem pouco. (...)


No calendário fixado em Durban, um novo acordo, seja qual for, não estará operacional antes de 2020. É tarde. Para manter o aquecimento global abaixo de 2ºC — limite considerado aceitável — as emissões globais de CO2 deveriam atingir o seu pico nos próximos anos e cair drasticamente até 2020, para 44 mil milhões de toneladas. Um estudo recente do Programa das Nações Unidas para o Ambiente estima, porém, que, com as actuais promessas feitas por diversos países, as emissões vão continuar a crescer e estarão entre seis a 11 mil milhões de toneladas acima da meta.

Elevar o “nível de ambição” dos esforços até 2020 é algo que consta da decisão final de Durban, sem qualquer baliza concreta. Nada indica que as negociações, daqui para a frente, serão fáceis. A cedência das grandes economias emergentes e dos Estados Unidos à ideia de um acordo legal no futuro sinaliza uma aproximação importante. O mesmo vale para a aliança da União Europeia com os países mais vulneráveis às alterações climáticas.

Os principais diferendos entre os países ricos e pobres não foram, no entanto, superados em Durban. Na essência, parece tudo permanecer em aberto. Com o histórico de prazos falhados, acordos que não se cumprem e parceiros que abandonam o barco a meio da viagem, é esperar para ver, de olho no termómetro.


segunda-feira, dezembro 12, 2011

AFINAL HÁ AMBIENTE PARA ALÉM DA ECONOMIA...





O entendimento alcançado na conferência de Durban, África do Sul, foi “significativo” para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, um “enorme sucesso” para os britânicos e “um passo em frente” para Assunção Cristas. Mas as organizações ambientalistas falam em “fracasso” e “falta de ambição”.


Ban Ki-Moon, secretário-geral das Nações Unidas
O Pacote de Durban representa um acordo significativo que define a forma como a comunidade internacional vai abordar a mudança climática nos próximos anos. Esta plataforma vai guiar os esforços mundiais para tratar as causas e o impacto da mudança climática.

Connie Hedegaard, comissária europeia para o clima
Consideramos que tínhamos a estratégia correcta [para a cimeira], pensamos que funcionou. O fundamental agora é que todas as grandes economias, todas as partes se comprometam no futuro por um quadro legal – e foi por isso que aqui viemos.

Chris Huhne, ministro britânico da energia e clima
É um enorme sucesso para a diplomacia europeia. Conseguimos trazer os grandes emissores [de gases com efeito de estufa] como os Estados Unidos, a Índia e a China para um caminho que conduzirá a um acordo global.

Assunção Cristas, ministra portuguesa do Ambiente
Foi um passo em frente, um passo de que muitos duvidavam, um passo num caminho que será com certeza um caminho de intensas negociações até se chegar ao instrumento de 2015, mas eu diria que nós hoje estamos muito mais optimistas e muito mais bem posicionados para conseguirmos os nossos objectivos de mantermos a subida de temperatura abaixo dos dois graus.

Todd Stern, emissário especial dos EUA para as alterações climáticas
No final, acabou muito bem. O Pacote de Durban era a peça que encaixava no Protocolo de Quioto. Temos o tipo de simetria na qual temos estado concentrados [em alcançar] desde o início da administração Obama. Isto tinha todos os elementos que pretendíamos.


sábado, dezembro 10, 2011

sexta-feira, dezembro 09, 2011

RIBEIRO TELLES UM HOMEM À FRENTE NO SEU TEMPO , A MERECIDA HOMENAGEM



Gulbenkian e Centro Nacional de Cultura celebraram  o paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Colegas do ensino e da política, alunos e amigos quiseram honrar o mestre e, sobretudo, o homem

Gonçalo Ribeiro Telles falou no fim, como compete ao homenageado. Com o auditório 2 da Gulbenkian cheio, com muitas pessoas de pé, o arquitecto paisagista a quem muitos chamam "mestre" admitiu o desconforto: "Nunca estive tão envergonhado para falar." Deram-lhe a palavra depois de um dia de testemunhos de alunos, discípulos, amigos e companheiros de vida política, uns monárquicos, como ele, outros não. 

"Conhecemo-nos no combate à ditadura e é curioso que, sendo ele um monárquico e eu um republicano dos sete costados, a nossa empatia tenha sido imediata", lembrou Mário Soares já na recta final do encontro Gonçalo Ribeiro Telles - Um Homem de Serviço, que a Gulbenkian e o Centro Nacional de Cultura (CNC) organizaram ontem em Lisboa.

Pensador e político com um sentido cívico inultrapassável, defensor da liberdade e do direito à originalidade de ideias, disseram muitos dos oradores, Ribeiro Telles é, sobretudo, "uma pessoa extraordinária", sublinhou Soares: "Quando se fala do Gonçalo, há o problema dos afectos. Admiramo-lo pela sua verticalidade, pela sua obra, pela sua coragem, mas, mais do que isso, temos-lhe um afecto enorme pela pessoa que ele é."

Aos 89 anos, o político que foi membro da Aliança Democrática (AD), governante e deputado, fundador do Partido Popular Monárquico (PPM) e do Movimento Partido da Terra, ou o arquitecto paisagista a quem devemos as reservas agrícola e ecológica nacionais, os jardins da Gulbenkian (com António Viana Barreto) e o Amália Rodrigues, sente que tem ainda uma palavra a dizer. "Quero ser útil ao momento presente", dissera ao PÚBLICO antes da intervenção final.

E ser útil hoje é falar do despovoamento do mundo rural, da morte lenta das cidades, da
"paisagem que é ainda um problema", porque os políticos, desinformados, continuam a dizer que querem defender os ecossistemas e a achar, ao mesmo tempo, que um eucaliptal é uma floresta: "Eles não sabem que nos eucaliptais não cantam os passarinhos e na floresta sim." O que é que lhes falta para saber olhar para o território? "Andar a pé, conhecer o país inteiro, as pessoas", responde este homem para quem "é mais fácil deixar marcas na paisagem do que nas pessoas".

Saber falar com as pessoas é uma das qualidades deste paisagista afável e atento, garantiu o comentador político Luís Coimbra. E, para o provar, contou uma história dos tempos da AD. Andavam na estrada em campanha eleitoral quando Ribeiro Telles desapareceu. Como todos estavam já à espera para entrar nos carros, Coimbra decidiu ir procurá-lo. 

Mais bosques e mais hortas

"Chovia muito e eu fui dar com ele à porta de uma vacaria, a explicar aos agricultores que era melhor deixar os animais à solta no pasto do que alimentá-los com rações", lembrou Coimbra, com quem o arquitecto paisagista se cruzou pela primeira vez em meados dos anos 60. Para ele, Ribeiro Telles é um "político falhado" a quem reconhece "convicções firmes" e uma liberdade de pensamento inegociável. Porquê um político falhado? Coimbra esclarece: porque, apesar de ter razão, "as suas ideias para um desenvolvimento sustentado de Portugal ficaram para trás", por falta de inteligência de governos e governantes. 
É precisamente a inteligência que falta a muitos que António Barreto, Guilherme d"Oliveira Martins e Eduardo Lourenço elogiaram neste homem de família, professor e cidadão que tem formado gerações através do exemplo e defendendo sempre "o ambiente como uma causa total", disse Augusto Ferreira do Amaral, dirigente do PPM. (in PUBLICO)

quarta-feira, dezembro 07, 2011

CORRUPÇÃO...CORRUPÇÃO...CORRUPÇÃO...



Há quanto tempo andamos a falar nisto e a denunciar que no Seixal o caso alegadamente mais flagrante, documentado e denunciado (publicado em inúmeros artigos e no livro da Prof.Luísa Schmidt)  encontra-se na Flôr-da-Mata , recentemente vedada em centenas de hectares isolando populações do acesso aos cuidados básicos de saúde, escolas, farmácia , lojas... etc...etc... e atravessada por uma nova auto-estrada fora do espaço canal para tal considerado no PDM.


Há quanto tempo denunciamos que há no Seixal  ao mais alto nível na autarquia situações que revelam irregularidades graves no que concerne ao uso de informação privilegiada, ao uso da figura da "discussão pública" , à divulgação de informação conducentes à alteração de uso do solo,  e até consubstanciadas e observadas  nas violações constantes e evidentes do Plano Director Municipal ? 


Há quanto tempo ?


 Mais uma vez aqui fica denunciado o "mecanismo" .


O artigo abaixo citado foi publicado ontem no PÚBLICO, por Idálio Revez :
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"A falta de uma politica e de uma lei de solos actual constitui fonte de muitos crimes de corrupção e tráficos de influência. O caso foi lançado para o debate, hoje, na Universidade do Algarve, pela Vice Procuradora-Geral da Republica, Isabel São Marcos, na abertura do ciclo de conferências “Ministério Público e o combate à corrupção”.


A dificuldade em atacar o sistema de interesses instalados, disse, resulta não “tanto pelos elevados lucros que a construção civil consabidamente proporciona, mas sobretudo por via das exorbitantes vantagens pela diversa classificação, abusivamente atribuída aos solos”

Isabel São Marcos justificou a introdução desta tema pelo facto de se encontrar no Algarve, onde as questões do urbanismo assumem particular significado e ter conhecimento de causa sobre a matéria, uma vez que trabalhou na região ao serviço do Ministério Público durante alguns anos. As relações de poder e de interesses, em muitos dos casos, resultam de dois factores: “um indevido aumento de ocupação dos solos, ou uma ilegal mudança dos usos a que tradicionalmente estavam destinados”.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Algarve (CCDR), João Faria, em declarações ao PÚBLICO, adiantou que uma alteração da classificação de um solo rural para urbano, segundo um estudo desenvolvido pela CCDR, representa uma mais valia de cerca um milhão de euros por hectare. Em países como a Finlândia ou o Reino Unido, sublinhou, “essa mais valia destina-se ao Estado, em Portugal fica nas mãos de particulares”.

“O crime compensa”

O combate aos crimes relacionados com a corrupção, defendeu Isabel São Marcos, passa por uma alteração do sistema penal. “O desadequado sistema de Justiça é em grande parte responsável por uma certa imagem de impunidade, que por vezes a Justiça projecta para a sociedade”, disse. A este propósito, citou um estudo da Faculdade de Economia e Gestão do Porto, de há um ano, revelando que o peso da economia paralela em final de 2010 representava 24 por cento do Produto Interno Bruto e o branqueamento de capitais atingia os 50 por cento do PIB.

Por seu lado, a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Cândida Almeida, à margem do encontro, reconheceu que os crimes de corrupção ligados ao urbanismo, representam “uma via muito utilizada, muito ténue, que leva ao branqueamento de capitais”. E nas zonas em que se transformou o país “quase numa árvore de cimento armado, esse é um meio de branqueamento de capitais”.

O ex-director da Policia Judiciária, José Braz manifestou a opinião de que “o sistema de justiça penal falhou” no diz respeito ao combate à corrupção. Os números divulgados pelas estatísticas, disse, não revelam a realidade “porque as verdadeiras ameaças do crime organizado não estão, como é sabido, na criminalidade participada”.

As organizações que se dedicam a estas práticas, disse, “controlam grupos e empresas que perseguem actividades perfeitamente lícitas, numa simbiose quase perfeita capaz de camuflar actividades ilícitas e sobretudo de branquear e de introduzir nos circuitos financeiros os elevados proventos obtidos de um crime que, afinal compensa”. "

segunda-feira, dezembro 05, 2011

"TADINHOS"



Coitadinhos, são jovens, desenquadrados, desocupados, desintegrados , não aproveitam a escola pública nem o que a sociedade (ainda) lhes oferece, bibliotecas gratuítas, exposições de entrada livre... e vai daí, com a frustração de não ter o plasma ou os Nike da moda ... nada melhor que arruínar ( reincidentemente) com o parco património daqueles que optam por outra via!!!


Culpados ? Pois quem inventou  aqueles guetos de concentração e segragação tem culpas no cartório, desde o PER Cavaquista, à autarquia Comunista... o resultado está à vista e há-de ser bem pior !!!

sábado, dezembro 03, 2011

SALVEMO-NOS DE NÓS PRÓPRIOS 2



Isto faz sentido ! O que não faz sentido é sermos detentores de um património único e depois destruí-lo únicamente pela ganância de alguns associada à corrupção de outros.