Blogue Ambientalista da Margem Sul / Portuguese Environmental Blog "Pense Global , Aja Local" Save the Portuguese Forest / Salve a Floresta Portuguesa
quinta-feira, fevereiro 07, 2013
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
terça-feira, fevereiro 05, 2013
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
domingo, fevereiro 03, 2013
CONVIVÊNCIA
Pontes para Caranguejos, Christmas Island
Pequeno território australiano a 370 km da Indonésia, a ilha de Christmas Island é conhecida mundialmente pela sua impressionante migração de caranguejos, que saem dos seus ninhos no centro da ilha até ao litoral. São mais de 120 milhões de caranguejos anualmente! Esta maré vermelha invade a ilha, complicando io trânsito nas estradas locais. Para diminuir a circulação dos animais nas estradas, são instaladas pontes para que eles possam atravessar sem incomodar os automobilistas
sábado, fevereiro 02, 2013
AMBIENTE E €UROPA
O rascunho do orçamento europeu para 2014-2020 não agrada aos ambientalistas. Para além dos cortes na investigação e nos apoios ambientais, as alterações na política agrícola comum vão destruir anos de trabalho em termos de sustentabilidade, como por exemplo (1) os estados poderão transferir 25% dos fundos previstos para o desenvolvimento rural para pagamentos diretos de modo a compensar os cortes nas despesas da CAP, (2) o fim da obrigatoriedade de reserva de áreas de relevante interesse ecológico vai prejudicar a biodiversidade, (3) os cortes no programaLIFE.European Voice. (fonte Ondas 7)
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
AMBIENTE, SAÚDE E JUSTIÇA
Tal qual como cá:
- A DuPont foi processada por 4 residentes de Parkersburg, em West Virginia, por alegada contração de cancro e outros danos à sua saúde provocados por ingestão de água contaminada com C8 da fábrica vizinha. The Charleston Gazette.
- O estado do Ohio suspendeu os alvarás de duas empresas de Youngstown por despejo ilegal de resíduos de prospeções em pluvial que drena para o rio Mahoning.
- A Florida Wildlife Federation processou o governador Rick Scottand por ter cedido terrenos públicos a duas empresas de açúcar, a Duda and Sons e a Florida Crystals em Palm Beach County. Os ambientalistas alegam que toda a área cedida por trinta anos era necessária e útil para armazenar e filtrar a água das chuvas que entram nas Everglades. Sun Sentinel. (Ondas 7)
quinta-feira, janeiro 31, 2013
O FUTURO ENERGÉTICO ALEMÃO
- O novo projeto nacional de energia para a Alemanha está a dividir a sociedade alemã, escreve o Economist. (1) Para encerrar as centrais nucleares até 2022 e produzir 80% de energia a partir das renováveis em 2050 o governo fez subir a fatura da eletricidade aos consumidores para conseguir verbas para investir nas tecnologias ditas limpas; (2) O governo continuou a favorecer as indústrias não lhes subindo os preços da energia e isentando-as de taxas para elas poderem continuar competitivas; (3) A produção de energia a partir do sol, do vento e da biomassa tem crescido significativamente, sendo os seus pontos fracos o seu transporte e armazenamento. Para não falar na mixórdia de interesses que dividem os vários estados. Alguns não estão interessados em ver passar mais cabos pelos seus territórios, outros querem exportar a energia que produzem, e outros preferem ser ausossuficientes.
- Vale a pena ver como em Massachusetts se recolhe os resíduos. (in Ondas 7)
quarta-feira, janeiro 30, 2013
EUROPA COMBATE POLUIÇÃO DO AR
Depois de conhecidos os últimos dados sobre a qualidade do ar nos países da União Europeia, foi reconhecida a necessidade urgente de por em prática medidas para melhorar a qualidade do ar.
A Comissão Europeia foi mandatada para efectuar uma revisão da Estratégia Temática sobre Poluição Atmosférica, abrindo um processo de consulta pública que decorre até quatro de Março.
terça-feira, janeiro 29, 2013
segunda-feira, janeiro 28, 2013
domingo, janeiro 27, 2013
sábado, janeiro 26, 2013
sexta-feira, janeiro 25, 2013
quinta-feira, janeiro 24, 2013
quarta-feira, janeiro 23, 2013
terça-feira, janeiro 22, 2013
DESTRUIÇÃO NO BUÇACO
A Mata Nacional do Buçaco, um dos ex-libris da região Centro em termos de visitação e turismo, não escapou à intempérie do fim de semana passado, cujos efeitos foram nefastos, tanto ao nível do património natural, como do património construído. A avaliação dos estragos pela Fundação Mata do Buçaco encontra-se em curso e prosseguirá ao longo dos próximos dias, dada a sua dimensão.
Após um fim de semana de verdadeira calamidade, as equipas da Fundação Mata do Buçaco encontram-se a trabalhar a 100 por cento no sentido de, desde já, permitir o restabelecimento das principais vias de acesso e infraestruturas de apoio. Sem água, luz e comunicações até ao final da manhã de hoje, a dificuldade de contactos não impediu, desde já, a colaboração da Câmara Municipal da Mealhada, Bombeiros Voluntários da Mealhada, Pampilhosa e Penacova, que têm vindo a disponibilizar meios humanos e materiais para auxílio na tarefa prioritária que constitui a desobstrução de caminhos e trilhos.
segunda-feira, janeiro 21, 2013
DISCUTIR O PAÍS À PORTA FECHADA
"O Governo resolveu convocar, na última semana, a chamada sociedade civil para discutir a refundação do Estado.
Decidiu assim chamar para uma sala fechada, em Lisboa, a nata da sociedade portuguesa. O problema é que a maioria dessa nata é constituída por empresários e figuras que, directa ou indirectamente, são subsidiados nos seus negócios e actividades pelo Estado português – ou seja, dependem dos governantes que os convidaram.
E assim, foram convocados para dizer aquilo que o governo queria ouvir.
Aliás, estas reuniões são típicas dos regimes decadentes. Já antes do 25 de Abril havia romagens a bajular o chefe do Governo. Designavam-se então brigadas do reumático.
Na sociedade, como no leite, a nata quando envelhece e fica batida, transforma-se em manteiga. No Palácio Foz, em Lisboa, na última semana, não esteve presente a nata do regime, mas sim os manteigueiros do regime, que é como quem diz, os graxistas deste e de todos os Governos." (Paulo Morais)
domingo, janeiro 20, 2013
EMERGÊNCIA AMBIENTAL EM SINTRA
O secretário de Estado das Florestas assegurou, em Sintra, que depois da avaliação dos estragos provocados pelo temporal de sábado, o Governo irá «agir em conformidade».
Numa visita à serra de Sintra, Daniel Campelo disse aos jornalistas que, sendo pública a empresa Parques de Sintra e Monte da Lua, o executivo «terá de agir em conformidade com as responsabilidades da sua empresa».
O responsável adiantou estar a decorrer a avaliação no terreno, onde se «constata de facto uma grande destruição de património natural e construído».
«Com uma avaliação mais real daquilo que foi o estrago total, quer no património público, quer nas infraestruturas de apoio, irá atuar-se em conformidade», afirmou.
Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, chamou a atenção para os «milhares de árvores caídas, algumas arrancadas pela raiz, os muros de suporte totalmente destruídos e, nalgumas zonas, as casas particulares afetadas com quedas de árvores».
«Temos porventura uma das maiores ou a maior catástrofe natural em Sintra nos últimos 50 anos», resumiu o autarca, citando as informações de que a serra terá sido afetada noutras duas ocasiões pelo mau tempo: em 1940 e 1950.
Depois de completa a avaliação, Fernando Seara afirmou que será pedido apoio ao Estado para a reabilitação e reflorestação da serra.
sábado, janeiro 19, 2013
POR CIDADES CICLÁVEIS
Ciclistas equipados a preceito em bicicletas de todo-o-terreno enlameadas, jovens com bicicletas imaculadas de design estilizado e muitas pessoas que fazem das duas rodas o veículo do dia-a-dia – largas dezenas reuniram-se esta tarde no Terreiro do Paço, em Lisboa, para apelar ao que chamam “modos suaves” na estrada.
Também no Porto, cerca de cem ciclistas concentraram-se em frente à câmara municipal, para protestarem contra os atropelamentos que se têm sucedido nas últimas semanas e para pedirem “mais respeito” pelos peões e ciclistas. As concentrações foram convocadas para várias cidades pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas (FBCUP).
O deputado do PSD Pedro Roque, dirigente da federação, juntou-se ao protesto em Lisboa, numa tarde em que o mau tempo deu algumas tréguas e quase não choveu. Admitiu que “a maior parte dos automobilistas” já é sensível à circulação de bicicletas, mas defendeu serem necessárias alterações ao Código da Estrada para proteger mais quem anda em duas rodas. A perda de prioridade das bicicletas, por exemplo, é uma das regras que considera já não fazer sentido, até porque, argumenta, muitos automóveis já tendem a dar prioridade a um ciclista que se apresente pela direita.
Também o duo de comediantes Homens da Luta, numa bicicleta dupla (Neto à frente, Falâncio atrás) circulou pela praça lisboeta. Mas não foram apenas fazer comédia. Dizendo que ia despir o personagem tanto quanto possível, Nuno Duarte (Neto) juntou-se a Pedro Roque e ao presidente da FBCUP, José Manuel Caetano, num pequeno palco onde se apelou a “mais respeito” por peões e ciclistas e onde foi lido um manifesto intitulado “Basta de atropelamentos”.
Os manifestantes fizeram depois, em marcha lenta e com muitas bicicletas pela mão, o curto percurso até aos Restauradores.
Mais dez minutos, menos 240 euros
Ricardo Cruz, professor, foi um dos que esteve presente na concentração no Porto. Há três anos, andava de automóvel e achava os ciclistas “uns cromos”. Agora, do alto do selim da sua bicicleta, acredita que não podia ter feito uma escolha mais certa e garante que só há vantagens neste modo de transporte. Do Carvalhido à Maia demora 30 minutos, “mais dez do que de automóvel”, mas poupa “230 a 240 euros” por mês e anda bem menos stressado. “Tenho uma atitude zen”, brinca Ricardo.
O Porto não parece uma cidade feita para andar de bicicleta, mas a arquitecta Ana Brütt não concorda. O problema “não são os declives da cidade, mas sim os buracos e a falta de civismo”, retorque Ana, que lamenta que ainda haja tantos automobilistas a mandá-la subir para o passeio no seu circuito diário entre Francos e o Bolhão.
A concentração foi rápida, até porque o tempo não estava de feição, e os ciclistas começaram a dispersar depois de Sérgio Moura ter lido o manifesto da FPCUB, que defende “ o direito à estrada para todos os modos de transporte” e alerta para o problema dos atropelamentos. “Quem vai ao volante deve ter consciência de que está a conduzir o que pode ser uma arma letal”, rematou. (PUBLICO Ecosfera)
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