Blogue Ambientalista da Margem Sul / Portuguese Environmental Blog "Pense Global , Aja Local" Save the Portuguese Forest / Salve a Floresta Portuguesa
sexta-feira, janeiro 11, 2013
quinta-feira, janeiro 10, 2013
A FARSA DE UM CEMITÉRIO JARDIM EM ALMADA
Continua a mentira chamada Cemitério do Feijó .
A imagem é que se trata de um cemitério jardim, o que é verdade em alguns metros quadrados , aqueles que vendem a imagem.
O resto dos hectares são "monticulos" de terra como se de um cemitério de campanha se tratasse, montinhos esses que soçobram, são levados pelas chuvas e assim ficam ao abandono porque só há arranjos (fora de serviço) daqueles que se paga para serem mantidos.
VERGONHA
quarta-feira, janeiro 09, 2013
A SOCIEDADE CIVIL AGRADECE
Obrigado pela destruição do património e pela construção de auto-estradas desnecessárias, rotundas ridículas, "shopping's" a esmo e casas para além do que alguma vez precisaremos.
Obrigado pelo abandono da agricultura, das pescas , da construção naval e da marinha mercante , obrigado pelos multiusos em cada freguesia, os chóferes e os carros dos senhores "doutores" presidentes acessores, vereadores ...
Obrigado pelos cambalacohs, pela corrupção pelo compadrio e pelo financiamento dos parrtidos pela porta dos fundos ...
Agora está já aí a factura... pensavam que era só para os nossos filhos e netos ?
Agora bem podem fazer de virgens ofendidas todos vós PS...PCP..."Verdes" ou BE (este sem pecado autárquico) e de vítimas do PSD ou PP...
TODOS SÃO CULPADOS NA MESMA MEDIDA!
terça-feira, janeiro 08, 2013
segunda-feira, janeiro 07, 2013
domingo, janeiro 06, 2013
sexta-feira, janeiro 04, 2013
ARRÁBIDA A PATRIMÓNIO MUNDIAL
Depois de quatro décadas a destruir o ambiente e a paisagem da Península de Setúbal, os municípios da região pretendem agora a classificação , como Património Mundial da Arrábida ... é um princípio...ou é para distraír ?
quinta-feira, janeiro 03, 2013
quarta-feira, janeiro 02, 2013
O FUTURO DAS CIDADES
Quatro edifícios de escritórios ingleses estão a testar a plantação de frutas e vegetais nos seus telhados, construíndo os chamados "telhados verdes". Se for bem-sucedida, a experiência, que procura apurar se é possível cortar nas faturas da energia das companhias ao mesmo tempo que se cultivam alimentos frescos, poderá chegar a centenas de outros prédios londrinos.
De acordo com o portal Business Green, o projeto-piloto, que arrancou em Londres, capital inglesa, em Dezembro passado, vai durar seis meses e deverá gerar poupanças entre os 3% e os 10% na energia gasta pelas empresas com aquecimento e ventilação.
Os telhados dos edifícios vão ser cobertos com plantas através de um sistema de vegetação modular, no qual as plantas estão inseridas numa espécie de "bolso" de material reciclado que as protege e torna mais fácil a sua irrigação e transporte.
Os vegetais e frutas que crescerem nos telhados vão ser utilizados nas cantinas dos próprios escritórios, destinando-se à confeção de refeições para os funcionários, e os restos de alimentos serão utilizados para fertilizar plantas. Além disso, todos os telhados terão também colmeias para ajudar a polinizar as plantas, vegetais e frutas.
Criar "uma cidade mais verde, limpa e eficiente"
Criar "uma cidade mais verde, limpa e eficiente"
O projeto, cujo investimento ronda as 35.000 libras (cerca de 43.000 euros), foi custeado pela Greater London Authority (GLA) e pela organização Inmidtown, que representa 570 negócios nas regiões de Bloomsbury, Holborn e St. Giles.
Em comunicado, citado pelo Business Green, a Inmidtown afirmou que o ideal seria alargar os telhados verdes a todos os seus membros e que, se introduzido à escala da cidade, o sistema poderia ajudar Londres a poupar, anualmente, cerca de 160 milhões de libras (perto de 194 milhões de euros) em energia, além de melhorar a qualidade do ar e a biodiversidade.
Segundo Tass Mavrogordato, diretora-executiva da Inmidtown, as próprias empresas veem benefícios nesta novidade, já que conseguem proporcionar aos funcionários um espaço onde podem interagir longe das secretárias.
"Este é um projeto verdadeiramente inovador, que não só traz benefícios económicos às empresas, como mostra que estas se preocupam com o ambiente no qual trabalham", salientou a responsável. "Cada companhia vai estar a ajudar a criar uma cidade mais verde, mais limpa e mais eficiente a nível de energia", concluiu.
terça-feira, janeiro 01, 2013
quarta-feira, dezembro 26, 2012
SABÃO ANTI POLUIÇÃO
Uma estilista e um químico ingleses desenvolveram uma substância que se adiciona ao sabão em pó e que permite que as peças de roupa funcionem como neutralizadoras da poluição purificando o ar. A substância está a ser testada há dois anos.
O Catclo, nome com o qual o produto foi batizado, consegue dotar as roupas lavadas com a capacidade de neutralizar os gases poluentes que se concentram no ar.
Assim que a substância, que é adicionada ao sabão em pó durante a lavagem, entra em contacto com as roupas, fica "presa" às fibras das peças de vestuário e faz com que estas atuem como catalisadores do ar quando são expostas à luz.
Em declarações à BBC, Tony Ryan, professor de química da Universidade de Sheffield, explica que teve a ideia de criar este produto durante uma reunião. "Uma vez sentei-me e calculei a superfície da área do fato que estava a usar. Foi aí que me surgiu a ideia de cobrir as pessoas com roupas catalisadoras", recorda.
Para desenvolver este produto, o professor contou com a colaboração de Helen Storey, professora de ciência da moda do London College of Fashion, que tem testado as potencialidades da substância há cerca de dois anos usando, ela própria, umas calças de ganga cujas fibras estão impregnadas com Catclo.
A estilista garante que até agora nenhuma roupa ficou estragada ou perdeu a cor, mesmo após lavagens sucessivas com este produto. Segundo a BBC, a fábrica britânica de produtos de limpeza Ecover já está também a testar esta inovação, que poderá chegar ao mercado dentro de um ano.
Quando isso acontecer, os inventores afirmam que não vão patentear este produto pois acreditam que este avanço deve ser livre e estar disponível para todos.
“Nós queremos que as pessoas tenham a possibilidade de usarem este produto da mesma forma que usam outro produto qualquer. Não queremos que as pessoas comprem roupa especial”, concluiu a estilista.
Clique AQUI para aceder ao site do projeto.
O Catclo, nome com o qual o produto foi batizado, consegue dotar as roupas lavadas com a capacidade de neutralizar os gases poluentes que se concentram no ar.
Assim que a substância, que é adicionada ao sabão em pó durante a lavagem, entra em contacto com as roupas, fica "presa" às fibras das peças de vestuário e faz com que estas atuem como catalisadores do ar quando são expostas à luz.
Em declarações à BBC, Tony Ryan, professor de química da Universidade de Sheffield, explica que teve a ideia de criar este produto durante uma reunião. "Uma vez sentei-me e calculei a superfície da área do fato que estava a usar. Foi aí que me surgiu a ideia de cobrir as pessoas com roupas catalisadoras", recorda.
Para desenvolver este produto, o professor contou com a colaboração de Helen Storey, professora de ciência da moda do London College of Fashion, que tem testado as potencialidades da substância há cerca de dois anos usando, ela própria, umas calças de ganga cujas fibras estão impregnadas com Catclo.
A estilista garante que até agora nenhuma roupa ficou estragada ou perdeu a cor, mesmo após lavagens sucessivas com este produto. Segundo a BBC, a fábrica britânica de produtos de limpeza Ecover já está também a testar esta inovação, que poderá chegar ao mercado dentro de um ano.
Quando isso acontecer, os inventores afirmam que não vão patentear este produto pois acreditam que este avanço deve ser livre e estar disponível para todos.
“Nós queremos que as pessoas tenham a possibilidade de usarem este produto da mesma forma que usam outro produto qualquer. Não queremos que as pessoas comprem roupa especial”, concluiu a estilista.
Clique AQUI para aceder ao site do projeto.
terça-feira, dezembro 25, 2012
segunda-feira, dezembro 24, 2012
domingo, dezembro 23, 2012
sábado, dezembro 22, 2012
O ESPECÍALISTA INSTANTÂNEO
"Na ânsia de encontrar um discurso credível que ponha em causa o governo, abre-se o microfone a um charlatão que se diz economista e funcionário da ONU. É o descrédito para aqueles que o permitiram e o citam, um prenda para Gaspar. Vai passar o Natal à gargalhada." Paulo Dentinho
O Homem é impostor mas não é parvo. É mais um no meio de tantos!
E os impostores ministriáveis de habilitações falsas e os "doutores" das autarquias ?
terça-feira, dezembro 18, 2012
FOI POSSÍVEL
Foram precisos 36 anos e “uma luta cívica” de Gonçalo Ribeiro Telles para que o Corredor Verde de Monsanto fosse finalmente inaugurado. Aconteceu esta sexta-feira, em Lisboa.
O projecto inclui pontes ciclopedonais, jardins, hortas, searas, um parque infantil, um parque de skate, aparelhos de exercício físico, um miradouro e várias esplanadas. Idealizado em 1976, foi inaugurado na presença de Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto que teve a ideia.
Seria um exagero dizer que se escreveu tanto sobre o corredor como os 2,5 quilómetros que concretizam a ligação entre os 51 hectares de espaços verdes. No entanto, a verdade é que há muito que se prometia a inauguração deste projecto, que, ainda durante a manhã, enquanto decorria o passeio, recebia a plantação de algumas árvores.
A obra liga o Parque Eduardo VII ao Parque Florestal de Monsanto, atravessando a Avenida Gulbenkian através de uma ponte pedonal, inaugurada em Setembro de 2009, e agora baptizada com o nome de Gonçalo Ribeiro Telles, em homenagem ao arquitecto.
Neste projecto foram investidos cerca de cem mil euros, tendo a maior parte das verbas sido conseguidas através de parcerias com empresas como a Vodafone – que inaugurou uma ponte pedonal e ciclável, por cima da Rua Marquês de Fronteira, e criou uma aplicação gratuita para smartphones etablets com informação sobre aquela área verde –, contrapartidas do jogo do Casino de Lisboa e fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
José Sá Fernandes, vereador dos Espaços Verdes, destacou que “o corredor verde não é o jardim da Celeste, não está todo 'pipi'”, e que “é uma verdadeira estrutura ecológica". “Foi semeado prado a semana passada e estará pronto na próxima Primavera.” José Sá Fernandes acrescentou ainda que a estrutura ecológica deverá estar completamente pronta no final do mandato, em Outubro de 2013.
Já o autor do projecto, Gonçalo Ribeiro Telles, queixou-se da “ameaça à paisagem por parte de urbanizações e construções idiotas”. Em contrapartida, o arquitecto destacou a concentração da “biodiversidade total num espaço tão mínimo”. “Os patos da região de Lisboa, não os bravos, têm agora onde passar pelas suas deambulações na cidade”, brincou.
O vereador descreveu a concretização do projecto, na qual está envolvido “há 20 anos”, como “uma luta muito difícil” e explicou que apenas nos “últimos cinco anos foi possível acabar com todos os fantasmas, nomeadamente os depósitos dos carros”. O vereador comparou ainda a obra ao nascimento da sua filha.
Por sua vez, o presidente da câmara, António Costa, assegurou que na autarquia todos estão “ansiosos para prosseguir este trabalho e realizar mais utopias”. Agradeceu aos seus antecessores por lhe terem dado a ele a oportunidade de concretizar um projecto de que “ouvia [falar] desde miúdo”. (Publico)
quinta-feira, dezembro 13, 2012
quarta-feira, dezembro 12, 2012
terça-feira, dezembro 11, 2012
segunda-feira, dezembro 10, 2012
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