Blogue Ambientalista da Margem Sul / Portuguese Environmental Blog "Pense Global , Aja Local" Save the Portuguese Forest / Salve a Floresta Portuguesa
terça-feira, novembro 13, 2012
segunda-feira, novembro 12, 2012
domingo, novembro 11, 2012
sábado, novembro 10, 2012
sexta-feira, novembro 09, 2012
quinta-feira, novembro 08, 2012
REALIDADE PARALELA
O A-SUL Pelos seus leitores
"A Câmara do Seixal continua a encher autocarros de trabalhadores comunistas para mandar para as manifestações contra o governo mas na Câmara do Seixal o desgoverno é maior. Estes trabalhadores do partido comunista são cumplices do que a administraçlão CDU está a fazer, porque são o suporte da CDU e as suas más politicas. A Câmara do Seixal acabou de ganhar um prémio de igualdade o que é extranho numa Câmara onde há processo em tribunal contra a camara por discriminação contra trabalhador por ser doutro partido, assim como se faz neste momento uma greve de zelo por parte de trabalhadores descontentes com a má gestão da Câmara discriminatoria em desfavor de alguns trabalhadores.
O descaramento dos autarcas da Câmara CDU é dos maiores quando tanta gente sofre com dificuldades o presidente continua a ter 2 carros pagos com o dinheiro do povo pobre."
O descaramento dos autarcas da Câmara CDU é dos maiores quando tanta gente sofre com dificuldades o presidente continua a ter 2 carros pagos com o dinheiro do povo pobre."
quarta-feira, novembro 07, 2012
terça-feira, novembro 06, 2012
E ESTES ?
Também não deve ser difícil julgar e pôr no lugar devido , os autores de "buracos" destes feitos em nome de Abril, do Povo , ou do Povo de Abril... e os Prius ( ainda hoje fui ultrapassado pela senhora vereadora...) e o BMW ...
segunda-feira, novembro 05, 2012
O SAQUE
Mas será tão difícil encontrar quem assinou, quem saíu do governo para a gestão , quem não controlou, quem não acautelou ???
Ou os responsáveis somos nós que arcamos com a dívida , que nos demitimos de votar, de questionar, de acusar ?
Ou os responsáveis somos nós que arcamos com a dívida , que nos demitimos de votar, de questionar, de acusar ?
domingo, novembro 04, 2012
SHOPPING SUBURBIO
Pois é , quase toda agente ache que é do senso comum , menos os nossos autarcas que plantaram um shopping, um hipermercado, um retail-park a cada canto de verde ou entroncamento de estradas.
sábado, novembro 03, 2012
sexta-feira, novembro 02, 2012
quinta-feira, novembro 01, 2012
EM ALMADA - ULTIMO POST
Mais uma baixa na Blogoesfera
A quem nos acompanhou e visitou
O Nosso Obrigado
Ponto Final
Em...Almada, após 5 anos, 9 meses e 17 dias "Observador de viver Almada e o concelho em Almada", este blog põe hoje Ponto Finalàs suas actividades a servir Almada.
Em homenagem aos autarcas do executivo dito comunista e da oposição dita não comunista, que "muito bem" cuidaram de Almada e do concelho, deixamos uma pequena imagem exemplar da degradação a que remeteram o concelho, no caso a Costa da Caparica, onde o pôr-do-sol continua a ser uma maravilha da natureza, indiferente ao "incansável" trabalho global dessas criaturas, sempre a defenderem e a fazerem o melhor (no seu conceito) pelo concelho, como a imagem mostra da água para cá, apesar da pouca luz.
(para ver melhor a imagem clique sobre ela para aumentar)
A quem nos acompanhou e visitou
O Nosso Obrigado
quarta-feira, outubro 31, 2012
TÃO CALADOS QUE ELES ANDAM
Refiro-me aos nossos autarcas , que caladimnhos eles estão...então os revolucionários caviar da margem sul nem se ouvem, finalmente Rui Rio pôs o dedo na ferida:
"Na origem do endividamento público gigantesco estão opções políticas erradas em que o ministro, o primeiro-ministro ou presidente de câmara gastou dinheiro dos impostos das pessoas, endividou a câmara e o país no seu benefício político directo, ou seja, para ganhar as próximas eleições"
terça-feira, outubro 30, 2012
VISÃO VERDE - AUTARQUIAS
Há democracia e há Democracia: em 2011, a Câmara de Cascais pegou em 1,5 milhões de euros e perguntou aos munícipes onde eles queriam gastar o dinheiro.
Isto sem lhes dar opções à partida: os habitantes do concelho teriam de pensar em alguma coisa que ajudasse a melhorar a vida na sua zona, estruturar a ideia e apresentá-la em reuniões organizadas para o efeito. O limite era a imaginação (e 300 mil euros o valor máximo a que cada proposta poderia almejar).
Ao contrário do que costuma acontecer nas eleições, a sociedade civil respondeu à chamada. De repente, a câmara tinha em discussão 286 projetos, apresentados por mais de meio milhar de pessoas. E a qualidade acompanhava a quantidade: havia tantas boas ideias que o concelho decidiu aumentar a parada, aumentando a verba de 1,5 milhões de euros para 2,1 milhões, de modo a financiar mais propostas. Após uma triagem técnica, 30 ideias seguiram para referendo; quase sete mil votos mais tarde, feitos no site da autarquia, estavam encontrados os 12 vencedores. A câmara decidiu repetir a experiência este ano e torná-la permanente.
O orçamento participativo, em que os cidadãos determinam diretamente em que se gasta parte das verbas públicas, surgiu pela primeira vez na cidade brasileira de Porto Alegre, em 1989. Depois, espalhou-se pelo mundo. Há hoje duas mil vilas ou cidades a pôr a decisão nas mãos dos seus habitantes. Em Portugal, são 25 os concelhos com este mecanismo. Cascais é o que disponibiliza, per capita, a maior fatia do dinheiro municipal.
ORÇAMENTO DO ESTADO DEMOCRÁTICO?
Um dos projetos vencedores, no concelho da Linha, foi um parque infantil, preparado para crianças deficientes, que está a ser construído num terreno baldio mesmo ao lado do local onde vai nascer uma infraestrutura (com lar de idosos, berçário e infantário) do Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes. "Tinha toda a lógica construir ali um parque infantil ", diz Maria de Lurdes Rocha Vieira, 66 anos, presidente da instituição de solidariedade social. "Quando ouvimos falar do orçamento participativo, falámos com o arquiteto Gonçalo Andrade, que já trabalhava connosco, e pedimos-lhe para fazer o projeto. Depois, apresentámo-lo." A ideia teve tal impacto que alguns proponentes desistiram das suas propostas.
Seguiu-se a campanha eleitoral. "Falámos com a comunidade, os nossos vizinhos, fomos às escolas, espalhámos a palavra pelo Facebook...", explica Maria de Lurdes. "E ganhámos. Prova que os portugueses são um povo solidário." "É apenas o começo", garante o vereador Nuno Piteira Lopes, responsável pelo programa cascalense, que acabou de ser distinguido, numa conferência em Porto Alegre, com um prémio pelo Observatório Internacional de Democracia Participativa.
"Só há verdadeira democracia se os cidadãos participarem ativamente. Um dia, gostava de ver este instrumento aplicado ao Orçamento do Estado." Será que esse dia alguma vez vai chegar?
[ Número ]
2,1 milhões de euros
Isto sem lhes dar opções à partida: os habitantes do concelho teriam de pensar em alguma coisa que ajudasse a melhorar a vida na sua zona, estruturar a ideia e apresentá-la em reuniões organizadas para o efeito. O limite era a imaginação (e 300 mil euros o valor máximo a que cada proposta poderia almejar).
Ao contrário do que costuma acontecer nas eleições, a sociedade civil respondeu à chamada. De repente, a câmara tinha em discussão 286 projetos, apresentados por mais de meio milhar de pessoas. E a qualidade acompanhava a quantidade: havia tantas boas ideias que o concelho decidiu aumentar a parada, aumentando a verba de 1,5 milhões de euros para 2,1 milhões, de modo a financiar mais propostas. Após uma triagem técnica, 30 ideias seguiram para referendo; quase sete mil votos mais tarde, feitos no site da autarquia, estavam encontrados os 12 vencedores. A câmara decidiu repetir a experiência este ano e torná-la permanente.
O orçamento participativo, em que os cidadãos determinam diretamente em que se gasta parte das verbas públicas, surgiu pela primeira vez na cidade brasileira de Porto Alegre, em 1989. Depois, espalhou-se pelo mundo. Há hoje duas mil vilas ou cidades a pôr a decisão nas mãos dos seus habitantes. Em Portugal, são 25 os concelhos com este mecanismo. Cascais é o que disponibiliza, per capita, a maior fatia do dinheiro municipal.
ORÇAMENTO DO ESTADO DEMOCRÁTICO?
Um dos projetos vencedores, no concelho da Linha, foi um parque infantil, preparado para crianças deficientes, que está a ser construído num terreno baldio mesmo ao lado do local onde vai nascer uma infraestrutura (com lar de idosos, berçário e infantário) do Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes. "Tinha toda a lógica construir ali um parque infantil ", diz Maria de Lurdes Rocha Vieira, 66 anos, presidente da instituição de solidariedade social. "Quando ouvimos falar do orçamento participativo, falámos com o arquiteto Gonçalo Andrade, que já trabalhava connosco, e pedimos-lhe para fazer o projeto. Depois, apresentámo-lo." A ideia teve tal impacto que alguns proponentes desistiram das suas propostas.
Seguiu-se a campanha eleitoral. "Falámos com a comunidade, os nossos vizinhos, fomos às escolas, espalhámos a palavra pelo Facebook...", explica Maria de Lurdes. "E ganhámos. Prova que os portugueses são um povo solidário." "É apenas o começo", garante o vereador Nuno Piteira Lopes, responsável pelo programa cascalense, que acabou de ser distinguido, numa conferência em Porto Alegre, com um prémio pelo Observatório Internacional de Democracia Participativa.
"Só há verdadeira democracia se os cidadãos participarem ativamente. Um dia, gostava de ver este instrumento aplicado ao Orçamento do Estado." Será que esse dia alguma vez vai chegar?
2,1 milhões de euros
A verba que Cascais atribuiu, no ano passado, aos projetos propostos pela sociedade civil
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PROJETO UMA CIDADE PERFEITA
A partir de um estudo da Inteli, que analisou 50 projetos municipais exemplares, a VISÃO escolheu cinco para dar a conhecer nas páginas da revista, durante o mês de agosto, um por área analisada: sustentabilidade, inclusão social, governação, inovação e conectividade. Os leitores podem conhecer todos os projetos selecionados das 25 cidades estudadas e, depois, votar no seu favorito, a partir de 1 de Setembro.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/o-povo-e-quem-mais-ordena=f681406#ixzz2BKYRaseH
segunda-feira, outubro 29, 2012
VISÃO VERDE - RENOVÁVEIS
Clique para ler a análise detalhada de cada área:
Era uma vez um País que sonhava com a economia verde. Sonhava e fazia: em 2010, Portugal chegou a ser o quinto país europeu com maior utilização de energias renováveis, com 25% do consumo a ter proveniência em fontes ambientalmente "limpas". A aposta tinha começado nos anos 90. A crise veio mudar tudo? É verdade que não há dinheiro para nada e a energia não escapa aos cortes de subsídios, à falta de financiamento bancário, às falências de empresas... Mas há quem aponte o dedo às falhas na "vontade política" e ao discurso "antirrenováveis".
"Criou-se a ideia que o Governo está contra a aposta nas renováveis. Bem pelo contrário. A aposta é para manter, mas não sem olhar a custos, pois estávamos a passar os encargos para o consumidor final", reforça Artur Trindade, secretário de Estado da Energia. Os custos de que fala o governante, mais conhecidos pela expressão "rendas excessivas", são, no fundo, subsídios estatais aos produtores de energia renováveis e não só, que a troika mandou cortar. O Executivo pôs em marcha a medida, mas ficou muito aquém do pretendido, segundo a própria Comissão Europeia. Mesmo assim, os 1,8 mil milhões de euros que o Governo quer poupar até 2020 (ver Hídrica: uma questão de rendas) já deixaram algumas empresas produtoras em pé de guerra.
No entanto, sublinham os ambientalistas, convém não confundir energias renováveis com subsídios excessivos. "Pago mais na fatura elétrica pela renda de garantia de potência do que pelas renováveis", garante Francisco Ferreira, ex-presidente da Quercus. "Estas pesam um terço no agravamento das faturas. Mas têm benefícios ambientais que devem ser contabilizados", acrescenta.
O mundo há muito que se deu conta desses benefícios ambientais e económicos. O verde é um mercado, convém não esquecer, cria mais-valias industriais e gera emprego. A Alemanha acompanhou a decisão de encerrar todas as suas centrais nucleares com um programa de 300 mil milhões de euros de investimento nas renováveis. O objetivo: chegar a um consumo de 80% de energia limpa em 2050.
"A Siemens está a pôr fortunas no eólico é já a segunda empresa do mundo em plataformas offshore [colocadas no mar], tendo abandonado o nuclear. Agora foi a General Electric", descreve Carlos Pimenta, ex-secretário de Estado do Ambiente em vários governos do PSD.
"Criou-se a ideia que o Governo está contra a aposta nas renováveis. Bem pelo contrário. A aposta é para manter, mas não sem olhar a custos, pois estávamos a passar os encargos para o consumidor final", reforça Artur Trindade, secretário de Estado da Energia. Os custos de que fala o governante, mais conhecidos pela expressão "rendas excessivas", são, no fundo, subsídios estatais aos produtores de energia renováveis e não só, que a troika mandou cortar. O Executivo pôs em marcha a medida, mas ficou muito aquém do pretendido, segundo a própria Comissão Europeia. Mesmo assim, os 1,8 mil milhões de euros que o Governo quer poupar até 2020 (ver Hídrica: uma questão de rendas) já deixaram algumas empresas produtoras em pé de guerra.
No entanto, sublinham os ambientalistas, convém não confundir energias renováveis com subsídios excessivos. "Pago mais na fatura elétrica pela renda de garantia de potência do que pelas renováveis", garante Francisco Ferreira, ex-presidente da Quercus. "Estas pesam um terço no agravamento das faturas. Mas têm benefícios ambientais que devem ser contabilizados", acrescenta.
O mundo há muito que se deu conta desses benefícios ambientais e económicos. O verde é um mercado, convém não esquecer, cria mais-valias industriais e gera emprego. A Alemanha acompanhou a decisão de encerrar todas as suas centrais nucleares com um programa de 300 mil milhões de euros de investimento nas renováveis. O objetivo: chegar a um consumo de 80% de energia limpa em 2050.
"A Siemens está a pôr fortunas no eólico é já a segunda empresa do mundo em plataformas offshore [colocadas no mar], tendo abandonado o nuclear. Agora foi a General Electric", descreve Carlos Pimenta, ex-secretário de Estado do Ambiente em vários governos do PSD.
Mas, em Portugal, tudo é "incerteza", queixam-se algumas empresas do setor. "Esta indefinição coloca em risco 130 mil empregos diretos e indiretos nas renováveis", afirma Aníbal Fernandes, presidente do consórcio ENEOP, de energia eólica. "Cuidado quando se corta na gordura, para não cortar também o músculo", avisa.
Há poucos dias, o Partido Socialista apresentou um conjunto de propostas para o setor energético, ao mesmo tempo que acusava o Governo de fracasso nesta área. "O falhanço da política energética é um dos fatores que explicam o aumento desmesurado do desemprego em Portugal", afirmou Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS.
Tudo começou em fevereiro, quando um decreto-lei veio suspender todas as novas atribuições de licenciamento de potência até 2014. A suspensão, além de travar o desenvolvimento do mercado interno (para muitas empresas produtoras de tecnologia resta a exportação), pode pôr em causa, segundo a APREN Associação de Energias Renováveis, a meta, estabelecida a nível europeu, de chegar a 2020 com 31% de consumo proveniente de energias renováveis (sendo que desses 31%, a fatia da eletricidade é de 55,3%, a dos transportes de 10% e a do aquecimento e arrefecimento de 30,6 por cento). São objetivos complicados, especialmente nos transportes, com a queda abrupta das vendas de carros elétricos, a perda do investimento da Nissan em Portugal e a reavaliação de toda a rede Mobi.E.
No fim, e apesar da crise, fica o otimismo de Luís Manuel, administrador-executivo da EDP Inovação, quanto à capacidade nacional para criar valor. "Vemos uma onda de empreendedorismo em inovação, com a criação de start-ups e incubadoras, vemos muitos projetos a emergir e muita gente a arriscar. Virados, claro, para a exportação, pois mesmo quando a economia está boa, o mercado nacional é pequeno", nota.
"O grande problema", contrapõe Carlos Pimenta, "é o financiamento". É que, nas renováveis, o investimento é feito logo à cabeça. "Depois, o sol é de graça", ilustra o ex-governante. Seja como for, conclui, o mercado terá de encontrar forma de dar a volta. "Não há planeta que sobreviva aos combustíveis fósseis!"
Há poucos dias, o Partido Socialista apresentou um conjunto de propostas para o setor energético, ao mesmo tempo que acusava o Governo de fracasso nesta área. "O falhanço da política energética é um dos fatores que explicam o aumento desmesurado do desemprego em Portugal", afirmou Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS.
Tudo começou em fevereiro, quando um decreto-lei veio suspender todas as novas atribuições de licenciamento de potência até 2014. A suspensão, além de travar o desenvolvimento do mercado interno (para muitas empresas produtoras de tecnologia resta a exportação), pode pôr em causa, segundo a APREN Associação de Energias Renováveis, a meta, estabelecida a nível europeu, de chegar a 2020 com 31% de consumo proveniente de energias renováveis (sendo que desses 31%, a fatia da eletricidade é de 55,3%, a dos transportes de 10% e a do aquecimento e arrefecimento de 30,6 por cento). São objetivos complicados, especialmente nos transportes, com a queda abrupta das vendas de carros elétricos, a perda do investimento da Nissan em Portugal e a reavaliação de toda a rede Mobi.E.
No fim, e apesar da crise, fica o otimismo de Luís Manuel, administrador-executivo da EDP Inovação, quanto à capacidade nacional para criar valor. "Vemos uma onda de empreendedorismo em inovação, com a criação de start-ups e incubadoras, vemos muitos projetos a emergir e muita gente a arriscar. Virados, claro, para a exportação, pois mesmo quando a economia está boa, o mercado nacional é pequeno", nota.
"O grande problema", contrapõe Carlos Pimenta, "é o financiamento". É que, nas renováveis, o investimento é feito logo à cabeça. "Depois, o sol é de graça", ilustra o ex-governante. Seja como for, conclui, o mercado terá de encontrar forma de dar a volta. "Não há planeta que sobreviva aos combustíveis fósseis!"
Ler mais: http://visao.sapo.pt/o-que-e-feito-das-energias-renovaveis=f681606#ixzz2BKXj8AzK
domingo, outubro 28, 2012
VISÃO VERDE - DESCOBERTA
Um grupo de estudantes da universidade de Yale, EUA, descobriu, durante uma expedição à Amazónia equatoriana, um fungo capaz de se alimentar exclusivamente de poliuretano, um tipo de plástico presente em pneus, tintas, sapatos e até preservativos.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/e-se-um-fungo-comesse-o-plastico-que-deitamos-fora=f665329#ixzz2BKX5iIq0
Foi durante uma expedição realizada na primavera do ano passado, ao Parque Natural de Yasuní, na floresta amazónica equatoriana, que um grupo de estudantes e professores da Universidade de Yale descobriu um fungo capaz de degradar plástico, mesmo em ambientes sem oxigénio.
O trabalho de campo realizado durante esse curso consistia em recolher organismos endófitos (fungos e bactérias que vivem dentro de plantas, mas sem lhes causar doenças) e, com eles, realizar experiências cientificas. Jonathan Russell dedicou-se a testar quais os fungos mais eficientes na decomposição do poliuretano.
A partir das experiências feitas com o fungo Pestalotiopsis microspora chegou à conclusão de que, mesmo sem a presença de oxigénio, esse organismo conseguia alimentar-se exclusivamente de poliuretano (PU) -um polímero termoplástico usado mundialmente em espumas isolantes, colchões, pneus, partes de eletrodomésticos, tintas, vernizes, sapatos e preservativos.
A descoberta pode ser uma esperança no campo da bioremediação (utilização de organismos vivos para degradar compostos poluentes) e ser até utilizada em aterros sanitários, como forma de tratar as grandes quantidades de resíduos que têm poliuretano na sua constituição, já que o organismo pode desenvolver a sua atividade sem necessitar de oxigénio.
SAIBA MAIS:Ler mais: http://visao.sapo.pt/e-se-um-fungo-comesse-o-plastico-que-deitamos-fora=f665329#ixzz2BKXGl5wx
sábado, outubro 27, 2012
VISÂO VERDE - CICLOVIAS
Zona Sul

Lisboa
Em quilómetros: existem mais de 40 quilómetros de percursos cicláveis em Lisboa (mais 40 de trilhos, pistas, entre outros, em Monsanto).
Os troços mais recentes: ponte pedonal e ciclável entre as Olaias e o Parque da Belavista Sul, a ligação entre a R. Pardal Monteiro e a Av. Dr. Arlindo Vicente (cerca de 1 km) e o troço da R. Frei Miguel Contreiras.
Em construção: a ligação entre a ponte entre as Olaias e o Parque da Belavista Sul e a Av. Afonso Costa, junto ao Areeiro.
Para breve: uma nova ponte pedonal e ciclável entre o Jardim Amália (Alto do Parque Eduardo VII) e o Corredor Verde de Monsanto, que permitirá uma ligação contínua ciclável entre Monsanto e a Praça do Marquês de Pombal, através do Parque Eduardo VII. Inauguração a 14 de dezembro.
Previsto: A construção, pela Galp, de uma ponte pedonal e ciclável por cima da Segunda Circular, e cujo início das obras se aguarda para breve.
Imprima o mapa das ciclovias da cidade de Lisboa em grande resolução. Clique no PDF
Cascais
Cascais/Guincho (9 km); Guincho/Areia (1 km); Ciclovia/Pedovia Cascais (Ponte de Santa Marta)-Guia (1,2 km)
Percursos assinalados em várias artérias alertando os automobilistas para a presença das bicicletas
Percurso assinalado no Paredão Cascais -Estoril, (3km) sujeito a horário variável para não coincidir com maior movimento de peões. De verão as bicicletas só são permitidas em dias úteis entre as 18 e as 10 horas.
Vila Franca de Xira
Situa-se no caminho pedonal ribeirinho entre o Jardim Municipal Constantino Palha em Vila Franca de Xira e Alhandra, com uma extensão de 4km. No âmbito das intervenções que se encontram em curso na Zona Ribeirinha Sul entre Alverca do Ribatejo e Póvoa de Santa Iria, serão construídos mais 6,5 km de ciclovia, proporcionando um maior contacto com o Tejo e uma maior fruição de espaços de qualidade.
Odivelas
Ecopista da Escola Agrícola da Paiã - Pedestre e de bicicleta. Extensão: 4 km
Cascais/Guincho (9 km); Guincho/Areia (1 km); Ciclovia/Pedovia Cascais (Ponte de Santa Marta)-Guia (1,2 km)
Percursos assinalados em várias artérias alertando os automobilistas para a presença das bicicletas
Percurso assinalado no Paredão Cascais -Estoril, (3km) sujeito a horário variável para não coincidir com maior movimento de peões. De verão as bicicletas só são permitidas em dias úteis entre as 18 e as 10 horas.
Vila Franca de Xira
Situa-se no caminho pedonal ribeirinho entre o Jardim Municipal Constantino Palha em Vila Franca de Xira e Alhandra, com uma extensão de 4km. No âmbito das intervenções que se encontram em curso na Zona Ribeirinha Sul entre Alverca do Ribatejo e Póvoa de Santa Iria, serão construídos mais 6,5 km de ciclovia, proporcionando um maior contacto com o Tejo e uma maior fruição de espaços de qualidade.
Odivelas
Ecopista da Escola Agrícola da Paiã - Pedestre e de bicicleta. Extensão: 4 km
Ler mais: http://visao.sapo.pt/pelas-ciclovias-de-portugal=f693104#ixzz2BKWTJg2d
sexta-feira, outubro 26, 2012
VISAO VERDE - HORTAS URBANAS
Próximo da estrada velha que liga Mafra à Ericeira, na localidade de Barreiralva, seis pessoas agarradas à enxada usam a terra lavrada pelo vizinho do lado para semear mais alguma coisa. Estamos no tempo das favas, das alfaces, das couves, e é altura de aproveitar a trégua da chuva, naquele sábado.
O terreno tem 6 mil metros quadrados e pertence à Associação Rogérios de Portugal, um grupo aberto a todos os homónimos (Rogérias incluídas), que tem mais de 500 membros. Que o arrenda a quem queira cultivar "qualquer coisa lá para casa", explica o presidente, Rogério Miranda Batalha. "Pedimos uma contribuição de 15 euros por mês, por cada parcela. É uma ajuda para as despesas da associação."
O terreno tem 6 mil metros quadrados e pertence à Associação Rogérios de Portugal, um grupo aberto a todos os homónimos (Rogérias incluídas), que tem mais de 500 membros. Que o arrenda a quem queira cultivar "qualquer coisa lá para casa", explica o presidente, Rogério Miranda Batalha. "Pedimos uma contribuição de 15 euros por mês, por cada parcela. É uma ajuda para as despesas da associação."
Os Rogérios compraram o terreno há oito anos, para aí construírem um lar. Na falta de fundos para o fazer a curto prazo, dividiram o espaço em dez talhões, cada um com 200 metros quadrados, aos quais juntaram mais dois. Com o apoio dos Rotários de Mafra, oito já foram ocupados. Dois estão a cargo de um taxista, residente em Lisboa, que trata das couves e das batatas, durante as suas folgas.
O músico Nuno Barroso vem aqui descomprimir, enquanto Filipe, um jovem empresário de Mafra, se aventura nas experiências biológicas. Os rotários têm dois talhões, precisamente os mais movimentados, onde os sócios se vão revezando, seguindo os produtos para a Loja Social Enfrente, de Mafra.
Apesar do passa palavra continuar a ser importante, uma boa parte deste tipo de arrendamentos é hoje promovida na internet. Nos sites de classificados, os anúncios de hortas para arrendar começam a vulgarizar-se. Mas, por enquanto, a procura parece ser maior do que a oferta.
José Guimarães, biólogo reformado, que vive na zona do Canidelo, em Vila Nova de Gaia, ainda não obteve resposta a um anúncio que colocou há meses na net gostava de arrendar um terreno para criar galinhas de raça pura minhotas. Nos arredores de Rio Tinto, no concelho de Gondomar, Marco Silva, rececionista hoteleiro, quer um pedaço de terra onde possa produzir vegetais e fruta.
Dez anos depois de ter trocado o campo pela cidade, antecipa com entusiasmo o regresso às origens.
O Dado O músico Nuno Barroso vem aqui descomprimir, enquanto Filipe, um jovem empresário de Mafra, se aventura nas experiências biológicas. Os rotários têm dois talhões, precisamente os mais movimentados, onde os sócios se vão revezando, seguindo os produtos para a Loja Social Enfrente, de Mafra.
Apesar do passa palavra continuar a ser importante, uma boa parte deste tipo de arrendamentos é hoje promovida na internet. Nos sites de classificados, os anúncios de hortas para arrendar começam a vulgarizar-se. Mas, por enquanto, a procura parece ser maior do que a oferta.
José Guimarães, biólogo reformado, que vive na zona do Canidelo, em Vila Nova de Gaia, ainda não obteve resposta a um anúncio que colocou há meses na net gostava de arrendar um terreno para criar galinhas de raça pura minhotas. Nos arredores de Rio Tinto, no concelho de Gondomar, Marco Silva, rececionista hoteleiro, quer um pedaço de terra onde possa produzir vegetais e fruta.
Dez anos depois de ter trocado o campo pela cidade, antecipa com entusiasmo o regresso às origens.
€15 - É o valor cobrado pelo arrendamento de uma parcela de horta, nos arredores de Mafra
Ler mais: http://visao.sapo.pt/horta-arrenda-se=f693091#ixzz2BKVQae5p
quinta-feira, outubro 25, 2012
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