sábado, outubro 20, 2012

AGORA ?



Obrigado por nos dar razão :


António Mexia, antigo ministro das Obras Públicas, admitiu ontem que, nos últimos anos, Portugal construiu demasiadas estradas.
Na comissão parlamentar de investigação às PPP's, esta tarde, no Parlamento, o actual presidente da EDP afirmou que o problema principal dos custos das PPP's está no montante dos contratos, sublinhando ainda que o país não devia ter decidido avançar com tantas obras.
Mexia foi o responsável pela renegociação da PPP da Fertagus, a única parceria que o Tribunal de Contas considera exemplar.

quinta-feira, outubro 18, 2012

O FIM DA SECA EM ALMADA


Finalmente chove para que os espaços verdes de Almada possam enfim  vicejar, há pouco estavam assim (fonte:http://www.EmAlmada.blogspot)... mas agora há que pelo menos tratar ou não há mão de obra disponível ?

quarta-feira, outubro 17, 2012

SURREAL


Ter painéis solares é considerado uma atividade independente e, por isso, rendimento extra. Mas só dá desconto na fatura

Produzir eletricidade em casa corta subsídio de desemprego


13/10/2012 | 00:00 | Dinheiro Vivo
Ter painéis solares em casa pode já não trazer tantas vantagens financeiras como se esperava. A adicionar ao tempo que demora a rentabilizar o projeto surgem agora uma série de alterações fiscais que podem penalizar os microprodutores.
Em causa está o facto de, no  início deste ano, o ministério das Finanças ter obrigado todos os que têm painéis em casa a abrir atividade independente e a declarar os rendimentos que têm com a venda de energia.
Ao abrir atividade, estes microprodutores passam a ter um rendimento extra ao seu salário e, se ficarem desempregados, podem ver o subsídio cortado. "Em caso de perda de trabalho, se continua a existir outro rendimento, o subsídio pode ser atribuído parcialmente", disse Nuno Morgado, advogado especialista em direito do trabalho na PLMJ. E explica: "O subsídio máximo é hoje de 1.049 euros mensais. Se os rendimentos da venda de energia forem, por exemplo, 500 euros, então o subsídio passa a ser de 549 euros".
De acordo com este responsável, esta situação é válida mesmo no caso destes rendimentos estarem isentos de IRS, como é o caso da maioria dos ganhos auferidos pelos micro produtores.
É que, ao abrigo da legislação publicada em 2008 - quando o governo de Sócrates começou a atribuir licenças para microgeração - os microprodutores não tinham de pagar IRS quando os rendimentos anuais fossem inferiores a cinco mil euros.
A perda do subsídio só existe, diz o mesmo especialista, quando a receita da venda de energia for superior à do subsídio, o que será mais difícil (mas não impossível) dado que a maioria dos produtores, como não pagava IRS até aos cinco mil euros,  optou por produções mais baixas. 

terça-feira, outubro 16, 2012

PINTORES COPIAR/COLAR


Em 2008 era assim...



Em 2012 assim...


Que desperdicio e falta de imaginação o pintar e repintar de um muro de uma propriedade privada, mais valia que essa tinta fosse aplicada na manutenção de habitações de nossos concidadãos mais carenciados.

Com tanta alternativa comunicacional faz sentido este desperdicio ?

segunda-feira, outubro 15, 2012

PÊPÊPÊ



A PPP que ninguém contestou, queriam até mais, uma autoestrada nas Terras da Costa lembram-se ?

Mais um plano engendrado pelos poder central e autarquias (CDU neste caso) ...

domingo, outubro 14, 2012

sábado, outubro 13, 2012

quinta-feira, outubro 11, 2012

DEMOCRACIA A PEDAL



A entidade reguladora de Vilamoura quer tornar o empreendimento turístico num local amigo do ambiente. Por isso, criou o Vilamoura Public Bikes, um sistema de utilização de bicicletas como meio de transporte público, sendo possível aluga-las com um cartão electrónico e devolvê-las, depois, numa estação. O atelier And-Ré foi o responsável por desenhar uma "bicla" que servisse e agradasse todos.

"Disseram-nos que queriam um elemento diferenciador", recorda Francisco Ré, um dos fundadores da And-Ré, referindo que desenvolveram toda a identidade do Vilamoura Public Bikes (incluindo o logótipo, os painéis informativos e os cartões).

O arquitecto destaca a aposta que a Inframoura, empresa gestora de Vilamoura, tem feito na mobilidade urbana sustentável. "Eles têm tratado muito bem dos seus espaços verdes e têm dado alternativas à população. E uma das alternativas é a bicicleta".

O Vilamoura Public Bikes arrancou em Julho, oferecendo a possibilidade de utilizar a bicicleta como meio de transporte público. Os potenciais ciclistas urbanos podem requisitar uma "bicla" por 45 minutos com um cartão de utilizador numa das 32 estações existentes, e pedalar até ao trabalho ou à praia. Em cada lugar de estacionamento existe um poste para fazer a leitura do cartão. A viagem pode terminar no poste de partida, ou num dos outros espalhados pela localidade.

Até 14 de Setembro, o Vilamoura Public Bikes funciona até à meia-noite. Actualmente, o sistema de partilha de bicicletas está disponível para os residentes de Vilamoura (que deverão efectuar um carregamento de 20 euros para uma adesão de 3 meses, ou de 30 euros para uma adesão de 1 ano) e também para os turistas hospedados nos hotéis aderentes. Mas, em breve o projecto deverá ser alargado a todos os turistas.

Uma bicicleta "democrática"
Sabendo que várias pessoas com diferentes gostos poderiam aderir ao Vilamoura Public Bikes, era obrigatório uma bicicleta que atraísse todos. Esta “bicla” tem um design clássico, é branca e os seus "apetrechos" estão escondidos nos tubos. O objectivo era conseguir uma aparência mais "leve" e "pura", contrariando a tradicional bicicleta de partilha utilizada noutros países europeus, que “são bicicletas com muito equipamento, visualmente pesadas", refere Francisco Ré.

Além disso, era necessário conceber uma bicicleta "democrática". "Normalmente, estas bicicletas urbanas têm um quadro feminino, o que desagrada ao público masculino." Com um quadro inovador, a "bicla" desenhada pelo atelier And-Ré poderá agradar a todos. Mas essa democratização foi, também, considerada no aspecto ergonómico.

Foram produzidas, inicialmente, cerca de 150 bicicletas, mas, neste momento, a rede já inclui 200. Segundo o arquitecto, a adesão tem ultrapassado as expectativas, desde "a primeira semana". Até porque, como salienta Francisco Ré, para quem quer trocar o meio de transporte habitual por um bicicleta pública, Vilamoura parece ser o local ideal para o fazer. "Vilamoura tem as condições necessárias para este sistema ter sucesso: o terreno é plano, faz sempre sol e tem uma rede de ciclovias muito boa", remata.

terça-feira, outubro 09, 2012

MOBILIDADE , ENFRENTAR A CRISE



Com a gasolina e o gasóleo nos seus valores mais altos de sempre , com os passes sociais cada vez mais caros e limitados , faz cada vez mais sentido a criação de alternativas de circulação nas nossas cidades, até porque os exemplos que vêm lá de fora são casos de sucesso e cada vez há mais nucleos urbanos a implementar tais sistemas.

Já no passado trouxemos aqui vários exemplos de cidades que num muito curto espaço de tempo instalaram , umas , uma rede de ciclovias para uso dos seus cidadãos, outras , para além dessas ciclovias   instalaram todo um sistema de uso partilhado da bicicleta.

Todos estes sistemas , tanto os mais sofisticados como os mais simples requerem muito pouco ou quase nenhum investimento por parte das autarquias . O mais simples, a criação de ciclovias , trata-se na maioria dos casos de desenhar linhas de sinalização horizontal definindo o espaço de circulação. Nos mais "complicados" há exemplos de sistemas de concessão com empresas de fornecimento de mobiliário urbano.

Será por isso que nunca mais temos na margem sul um sistema de ciclovias, num momento em que dada a crise , se justifica mais que nunca ?

segunda-feira, outubro 08, 2012

URBANISMO E CORRUPÇÃO



http://www.faroldeideias.com/arquivo_farol/index.php?programa=Biosfera&id=1377

Vale a pena ver o vídeo ! Onde é que já viu isto ? Você sabe !


Biosfera  Urbanismo e corrupção

2012-09-19 11:09:03

A avidez de construir em solos rústicos e protegidos é a segunda causa de corrupção em Portugal. Está na mão do atual Governo combater mais valias urbanísticas que enriquecem privados e escapam, todos os anos, aos cofres do Estado. Haverá coragem política para acabar com um sistema financeiro viciado, na futura Lei dos Solos?

domingo, outubro 07, 2012

INDIGNAÇÃO



O mundo que resta

O assalto fiscal que o Governo vai fazer é o maior libelo acusatório de que há memória contra os partidos que nos têm desgovernado.
Este assalto resulta totalmente do histórico abuso de poder na gestão pública e da facilidade em sacar receita a quem está indefeso. 
PSD, PS e CDS construíram um Estado desregulado, vampirizado por grupos de interesses, dominado por empreguismo partidário e pela corrupção. 
Um Estado que enche uns quantos à custa de depenar os trabalhadores por conta de outrem. Nas aflições confisca sempre aos mesmos. O mundo que nos resta há muito que só pode ser o da indignação e da luta cívica contra estes partidos vorazes e sem valores. (Eduardo Dâmaso , Correio da Manhã 4/10/12

quinta-feira, outubro 04, 2012

FUGA



Um país de meia dúzia que se autodelapidou , que acabou com a sua marinha mercante e a sua frota de pesca, que viveu de esquemas e subsidios, que arrazou a sua agricultura e deixou arder e cortar as suas florestas, que deixou plantar cimento invendável nas suas paisagens e espaços livres, que alimentou luxos a autarcas e politicos que de serviço público nada possuem, esses mesmos que delapidaram riqueza posta a seu cargo.

Um país que agora aumenta em consciência "brutalmente" os impostos para os seus cidadãos... que o seu representante máximo asteia a bandeira ao contrário...

Não é um país, é uma anedota, tornada inferno para quem cá nasceu.

Nota, o do filme é outro, chama-se Noruega

quarta-feira, outubro 03, 2012

AS PPP



O que nós aqui escrevemos em antecipação sobre uma  das mais recentes PPP, a auto-estrada  que atravessa os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro , a chamada CRIPS, IC32 , agora rebaptizada de A33.

Só a sociedade civil se insurgiu contra o atentado ambiental e o despropósito daquela obra. Tudo o resto calou , aceitou ou promoveu  este erro monumental ou tudo isso . 

O PCP , rei e senhor da região regozijou-se com a obra e até queria mais...os Verdes nada disseram sobre a destruição de Rede natura 2000 e juntos nada dizem das portagens a pagar . É mais caro ir do Seixal a Almada pela A33 do que do Seixal a Lisboa pela A2.

Como se compreende isto ? Veja o video !

Neste tema subscrevo a opinião popular de que "estão todos feitos uns com os outros"...